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Tuesday 10 December 2019
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5 de setembro, Dia do Irmão: conheça as quatro centrais (e irmãs) que começam a fazer sucesso no Brasil

Foto: Classe A/ Montagem MDV

É muito comum encontrarmos no esporte de alto rendimento irmãos que seguiram carreira e fazem sucesso em determinada modalidade. No vôlei temos alguns exemplos, como os irmãos Endres (Gustavo e Murilo), as irmãs Pavão (Michelle e Monique) e as irmãs Tolentino (Jordane e Arianne). Agora imagine os pais de quatro meninas que estão seguindo no esporte e têm uma longa caminhada pela frente? É o caso de Marjorie, Stephanie, Daphinie e Kimberlie Correa. Neste 5 de setembro, Dia do Irmão, o Melhor do Vôlei faz uma homenagem a todos que disputam o nosso esporte, e em especial a essas quatro jovens e promissoras atletas.

O volei entrou primeiro nas vidas de Marjorie e Stephanie. Elas começaram brincando na rua de casa na cidade onde nasceram, Tatuí (SP), e logo foram participar do Programa Atleta do Futuro (PAF), promovido pelo Sesi. Depois de poucos meses, Marjorie fez um teste em Maringá (PR) e por lá ficou três anos (2006 a 2009). Em 2008, o restante de sua família se mudou para a cidade do interior do Paraná; com isso, Stephanie e Daphinie tomaram gosto pelo esporte e começaram a treinar. Com o convívio diário no esporte, as meninas hoje cresceram e começam a deslanchar suas carreiras em tradicionais clubes pelo Brasil.


Marjorie (22 anos e 1,86 metros), central do Molico/Osasco

Campeã Sul-Americana sub-23 em 2010 e Vice-Campeã Mundial Juvenil em 2011

“Um dos momentos mais marcantes na minha carreira foi jogar a final do mundial juvenil pela seleção brasileira em 2011”.

“Optei por continuar no Molico/Osasco por mais uma temporada, assim darei continuidade ao trabalho que eu vinha fazendo e estava gostando bastante. Também pesa o fato de eu estar treinando com as melhores centrais do Brasil. Elas me ajudam e me cobram bastante, e eu aprendo muito com elas. E também já me sinto em casa, acho a torcida fantástica, adoro minhas companheiras de time e conheço o Luizomar desde as categorias de base”.


Stephanie (20 anos e 1,88 metros de altura), central do Sesi-SP

Sexto lugar no Campeonato Mundial Infanto Juvenil em 2011.

“Ano passado eu era a quinta central do Sesi-SP e tive um crescimento profissional enorme treinando com a equipe adulta. Minha expectativa para essa temporada sendo a quarta central é estar mais presente nos jogos, ter mais chances para jogar e crescer cada vez mais na minha carreira para contribuir o máximo com a minha equipe”.


Daphinie (18 anos e 1,83 metros de altura), central do São José dos Campos

Convocada para a Seleção Catarinense Juvenil em 2013 e 2014.

“Eu joguei em Joaçaba (SC) em 2012 e 2013 e esse ano vim para São Paulo ficar perto da minha família (as irmãs mais velhas estão no Sesi e no Osasco). Está sendo uma experiência muito boa jogar aqui em São José, pelo infanto”.


Kimberlie (14 anos, 1,83 metros de altura), central do Brusque

Convocada para a seleção infantil em 2014.

“Eu sempre fui uma das mais altas em todos os times que joguei até agora e acho que isso sempre influenciou para que eu jogasse nessa posição de central. Como minhas irmãs são centrais, elas me dão dicas e me explicam em que devo melhorar. 

“Estou muito feliz em fazer parte de uma equipe que está em crescimento e também poder ajudar o time de base a crescer ainda mais. Eu ficaria muito feliz se Brusque voltasse para a Superliga e meu sonho é um dia fazer parte do time adulto daqui, onde eu comecei e onde considero a minha casa”.

 




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