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Monday 18 November 2019
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Após cinco anos sem vestir a camisa da Seleção, Wallace Martins confessa: “De verdade, não esperava”

Crédito: Divulgação/CBV

Crédito: Divulgação/CBV

 

A boa campanha do Vôlei Brasil Kirin durante toda temporada rendeu frutos também para Seleção Brasileira. No final da manhã desta terça-feira (12/04), quatro jogadores do time campineiro foram convocados para a preparação para a Liga Mundial e Jogos Olímpicos. São eles: o líbero Tiago Brendle, o ponta Lucas Lóh, o central Maurício Souza e o oposto Wallace, a maior surpresa da convocação.

 

O quarteto ficou sabendo da convocação na visita a sede da Brasil Kirin, em Itu. Os jogadores estavam reunidos e festejaram ao lado dos companheiros, comissão técnica e funcionários da empresa.

 

Wallace terminou como quinto maior pontuador da Superliga, com 371 acertos. Ele retorna à Seleção depois de cinco anos. A última vez com a camisa amarelinha foi em 2011, quando conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México, e prata na Liga Mundial. Ele também coleciona passagens pelas seleções brasileiras de de base.

 

“De verdade, não esperava. Acho que essa convocação coroa tudo que fiz nos últimos dois anos, as duas cirurgias, o tempo de recuperação. Passa um filme e mostra que tudo valeu a pena. Fico feliz pelo ano que fizemos e onde chegamos nesta temporada”, comentou o camisa 18, capitão do Vôlei Brasil Kirin na temporada.

 

Os outros três jogadores estiveram na lista de Bernardinho do ano passado. Tiago e Maurício estiveram nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá, e terminaram com a medalha de prata. O líbero recebeu prêmio individuais de melhor passe, melhor defesa e foi escolhido como o o melhor de sua posição.

 

Já o central se destacou na reta final da Superliga e foi escolhido como melhor bloqueador da Superliga 15/16. O paredão do Vôlei Brasil Kirin terminou com 67 pontos no fundamento e terminou como um dos principais pontuadores do time campineiro nos playoffs com 56 acertos.

 

Lucas Lóh, por sua vez, fez parte do elenco que disputou a Liga Mundial ano passado. Em seu retorno ao Brasil, ele comandou o sistema de passe do Vôlei Brasil Kirin durante a temporada e virou símbolo de garra depois de torcer o pé nas semifinais contra Funvic/Taubaté. Assim como seus companheiros de clube, o camisa 7 também tem passagem de destaque pelas categorias menores da Seleção Brasileira.




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