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Friday 13 December 2019
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Banco do Brasil suspende patrocínio à CBV novamente, diz site

Membros da gestão investigada de Ary Graça seguem na CBV, o que está em desacordo com as medidas pedidas pelo banco (Foto: Divulgação)

Membros da gestão investigada de Ary Graça seguem na CBV, o que está em desacordo com as medidas pedidas pelo banco (Foto: Divulgação)

A instabilidade fora das quadras enfrentada pelo vôlei brasileiro ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira (15). De acordo com reportagem assinada pelo jornalista Lúcio de Castro no site “Espn.com.br”, o Banco do Brasil suspendeu novamente o patrocínio dado à Confederação Brasileira da modalidade (CBV) porque a entidade não cumpriu alguns requisitos feitos pela empresa.

O problema começou em dezembro, quando o BB fez o primeiro corte na verba em resposta às denúncias de corrupção na CBV feitas pelo próprio Lúcio de Castro – ao todo, estima-se que o prejuízo causado pelas irregularidades tenha ficado na casa dos R$ 30 milhões. Em janeiro deste ano, porém, o banco retomou o contrato com a condição de que, em 90 dias, algumas medidas sugeridas pela Corregedoria Geral da União (CGU) fossem tomadas, tais como: implantação de um novo regulamento de contratações, a criação de um comitê de apoio ao Conselho Diretor da CBV com participação de representantes da comunidade do vôlei, a reformulação do Conselho Fiscal, a definição de parâmetros para pagamento de bônus de performance a atletas, a criação de uma ouvidoria e a implementação de medidas que busquem ressarcir a CBV dos serviços contratados sem a devida comprovação da execução.

Decorrido o prazo, o Banco do Brasil disse, em nota, que isso tudo ainda não foi feito. Consequentemente, houve a suspensão dos pagamentos.

“Seguimos acompanhando a implantação das medidas previstas no aditivo contratual e aguardamos a demonstração que comprove o cumprimento de todas as ações adotadas pela CBV, de acordo com as recomendações da CGU. Tendo em vista o encerramento do prazo de 90 dias previsto no aditivo contratual, e o não cumprimento de parte das obrigações, o Banco do Brasil suspendeu os pagamentos referentes aos contratos de patrocínio ao vôlei e condiciona a retomada dos pagamentos à efetiva implantação das medidas acordadas”, declarou a empresa.

De acordo com o texto de Lúcio de Castro, “a CBV parece distante de mostrar a disposição da nova gestão em se afastar das práticas anteriores”. O motivo é que o exigido ressarcimento dos serviços prestados sem comprovação passa por ações judiciais dos novos gestores contra os antigos, com quem muitos tinham envolvimento.

Através de sua assessoria de imprensa, a CBV limitou-se a alegar que “não foi informada sobre a interrupção de pagamento do patrocínio do Banco do Brasil. Portanto, não há nada a ser dito sobre o assunto”




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véio do volei
Visitante
véio do volei

Que vexame para o esporte campeão do Brasil!!!! É até difícil de acreditar que até na CBV há corrupção desenfreada e que não se fará nada com quem a praticou. Nosso país vai pro buraco msm!!!!

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