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Monday 10 December 2018
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Bruna Honório: “Estou na minha melhor forma”

Oposto chegou ao Minas nesta temporada. (Foto: FIVB)

Bruna Honório tem sido um dos pontos fortes equipe do Minas Tênis Clube neste início de temporada, mas ela vem de uma carreira em ascensão e com destaque pelos times que veste a camisa. No Mundial de Clubes, que acontece na China até o domingo (9), ela está em décimo primeiro lugar entre as maiores pontuadoras, contabilizando 21 acertos. Em conversa exclusiva com Melhor do Vôlei, Bruna conta como está sendo trabalhar com o técnico italiano Stefano Lavarini e avalia a situação da Superliga diante do cenário internacional.

Você atuou com muito protagonismo no Vôlei Bauru, no Pinheiros e agora no Minas Tênis Clube. Como você vê este seu atual momento?
Acho que devo tudo isso a muito treino e aos ótimos técnicos que tentei arrancar tudo que podia deles. Busquei com os anos esse crescimento. Hoje, com 29 anos, estou na minha melhor forma e ainda tenho muito o que crescer e evoluir.

Sabemos que cada técnico tem uma filosofia e você agora está conhecendo um pouco a italiana. Como é essa experiência?

Nesses últimos anos, tive diferentes técnicos. Realmente, cada um tem uma filosofia e o Stefano é diferente dos brasileiros. Senti uma grande diferença no começo do trabalho, mas hoje estou totalmente adaptada ao estilo de jogo dele e assumo que gosto bastante.

O que representa para você jogar ao lado de grandes nomes, como Gabi e Natália?
Eu amo essas duas. Conviver com elas diariamente é muito divertido e como jogadoras não tenho nem palavras, são excepcionais. Sugo o que elas têm de melhor.

As semifinais do Mundial de Clubes foram definidas entre clubes turcos e brasileiros, isso reafirma o que muito tem se falado: que a liga brasileira tem se tornado uma das melhores. Como você avalia essa evolução e o que o vôlei internacional pode agregar ao país?
Sempre achei a nossa liga de muita qualidade! O Campeonato Turco tem se destacado muito há alguns anos, principalmente pelo fato de ter muitas estrangeiras. Apesar da nossa liga não ter tantas estrangeiras como lá, conseguimos manter o alto nível no campeonato com a maioria das jogadoras sendo brasileiras. Isso mostra a qualidade do voleibol nacional. Acredito que essa evolução vem muito do trabalho que está sendo feito nos clubes.

E sobre as categorias de base? Pelo que você viu nas equipes que passou, como está o desenvolvimento dos novos atletas?
Vejo que há uma grande diferença entre a base da capital em São Paulo  e as dos outros estados. Acho que falta um pouco de investimento e incentivo pra poder formar melhor a base no Brasil. Temos um leque de ótimas jogadoras por todo o país e, quando reveladas, se tornam o nosso futuro. Não podemos deixar morrer isso. Precisamos sempre acreditar na base.

Falando um pouco de Superliga, o que tem achado desse início de campeonato? Tem algum time que vocês devem estar sempre observando?
Falamos muito sobre a competição e como os times estão muito equilibrados. Talvez seja o ano que esteja mais disputado e isso é ótimo para o crescimento do esporte. Com isso temos que estar atentos para todas as equipes, não tem time fraco , não tem equipe que não possa surpreender no decorrer do campeonato.




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