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Wednesday 21 August 2019
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Camila Brait e Dani Lins destacam vantagem e desvantagem para a final da Superliga Feminina

Crédito: Hérica Suzuki

 

O Vôlei Nestlé chega para a final da Superliga 2016/17 após ter disputado 27 partidas, com 22 vitórias. Todos os duelos foram realizados a noite ou a tarde, mas a decisão está marcada para domingo (23/04), às 10h, no Rio de Janeiro, na Jeunesse Arena. Pensando no último e decisivo confronto pela competição nacional, o time de Osasco mudou sua rotina de treinos. Agora os trabalhos táticos e com saltos estão sendo realizados pela manhã, no horário do jogo. Já a parte física e as atividades especificas para cada fundamento no segundo período de atividades do dia.

 

A líbero Camila Brait conta que a nova programação foi difícil no início, mas que a equipe está se adaptando. “Essa é uma das vantagens de ter vencido a semifinal em três jogos. Desde segunda-feira (10/04) estamos treinando saltos e coletivos pela manhã e a parte física e as atividades específicas à tarde. O primeiro dia foi complicado, mas no segundo já melhorou e no terceiro todo mundo estava dando na bola com mais naturalidade. Já estamos nos adaptando e os treinos vão ficando cada vez melhores a partir do momento que o corpo vai se acostumando. Essa fase é importante porque não é fácil jogar às 10h, pois você precisa acordar por volta das 7h, horário que não estamos acostumadas. É um trabalho fundamental para que possamos chegar com o máximo possível de adaptação”, comenta a defensora.

 

Apesar das dificuldades naturais, Dani Lins releva que gosta de jogar pela manhã. “A adaptação está tranquila e dentro do esperado. O primeiro dia foi mais difícil e deu para perceber pelo treino, que foi um pouco arrastado. Na terça-feira já estavam todas bem ligadas. É questão de dois dias para se adaptar e eu, particularmente, até gosto de jogar de manhã. Sempre acordo bem cedo para passear com meus cachorros, então isso já está na minha rotina. Ter uma semana a mais para isso é positivo, pois a outra semifinal ainda vai ter a quinta partida nesta sexta-feira (Rexona-Sesc x Camponesa/Minas, às 20h, no Rio). Isso é o lado bom, mas tem o ruim que é o fato de perdermos ritmo de jogo, pois é bastante tempo sem atuar. Vamos ter que buscar manter esse ritmo que vínhamos nos treinamentos intensos e com bastante volume”, afirma a levantadora.

 




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