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Saturday 24 August 2019
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Com dedicação 100%, Angélica segue fisioterapia para voltar logo às quadras

Foto: Felipe Christ/Vôlei Amil

Um sonho que rapidamente se tornou pesadelo. Após viver a alegria de ser convocada pela primeira vez para a seleção brasileira principal, a central Angélica, poucos dias depois, viveu a dor de uma contusão grave no joelho e o corte do time.

Porém, com uma energia mais do que que especial, Angélica atravessa um dos momentos mais delicados de sua carreira com coragem, confiança, fé e disposição, para poder voltar às quadras.

Submetida à cirurgia que reconstruiu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo na semana passada, Angélica iniciou o trabalho de recuperação em período integral no início dessa semana, na Arena Amil, em Campinas. A partir de agora, são mais de 4 horas diárias de fisioterapia, carga que deverá aumentar em breve, quando iniciar também o trabalho na sala de musculação.

Serena e disposta a trabalhar duro, Angélica não desanima. “Estou tranquila, a cirurgia foi um sucesso e nesse momento era isso que importava. Estou confiante que terei uma boa recuperação. Vamos fazer o melhor possível e voltarei bem para o restante da temporada”, diz a central, que completa. “Agora é paciência e muito trabalho na recuperação, focar na fisioterapia para voltar 100%.”

A principio, a jogadora não iria passar por uma cirurgia, mas após uma reavaliação, os médicos acharam o procedimento mais seguro, visando inclusive o futuro da jogadora, como explicou o fisioterapeuta Alexandre Lopes Ramos, do Vôlei Amil. “O departamento médico optou por uma artroscopia para checar como estava a cartilagem do joelho, que era a nossa maior preocupação. Isso além de checar os ligamentos. E foi constatado que o cruzado anterior não suportaria as cargas da temporada. Então, o doutor Nardelli (Julio César C. Nardelli, médico da equipe) achou melhor refazer o ligamento e evitar problemas futuros”, conta Ramos.

O fisioterapeuta avalia que, dentro do possível, a situação atual de Angélica é animadora. “A boa notícia da cirurgia foi constatar que a cartilagem está bem estabilizada. Isso significa que o tempo que ela ficou parada, apenas em tratamento para esperar a cicatrização, foi suficiente. Se tivéssemos operado antes, havia o perigo de sermos obrigados a mexer na cartilagem e isso comprometeria mais a recuperação da atleta”, completa o fisioterapeuta, que nesta fase inicial foca o trabalho na diminuição da dor e do edema, além da recuperação da massa muscular. “Temos que ganhar extensão e flexão do joelho para que ela retome a caminhada normal.”

O Vôlei Amil segue sua rotina de preparação para a temporada 2013/14. As atletas trabalham em dois períodos, alternando exercícios físicos com o trabalho técnico em quadra.




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