Search
Friday 20 October 2017
  • :
  • :

Confira o que Hooker e Jaqueline destacam sobre a adaptação no Camponesa/Minas

Crédito: Orlando Bento / Minas Tênis Clube

 

Dois nomes fortes e consagrados no voleibol mundial já treinam em solo mineiro. Na entrada de rede, o retorno da bicampeã olímpica, apaixonada pelo Minas e por sua torcida. Na saída, a vice-campeã das Olimpíadas de Londres (2012) e uma das principais opostas da seleção norte-americana. Jaqueline está de volta ao Camponesa/Minas após uma temporada. Já Destinee Hooker veste a camisa minastenista pela primeira vez. As duas reeditam a forte dupla de ataque da Superliga 2011/12, que levou o Osasco ao título nacional. Elas são os principais reforços da equipe minastenista para a temporada e querem chegar às primeiras colocações da Superliga Feminina e da Copa Brasil.

 

Desde que deixou a equipe minastenista, ao fim da temporada 2014/15, Jaqueline não escondeu o desejo de voltar. A torcida abraçou a atleta e sempre a apoiou. “Sinto-me honrada em voltar a vestir a camisa deste clube cheio de tradição. O Minas e a sua torcida me abraçaram, e eu aprendi a amar esta camisa. O ano em que defendi o clube foi um dos melhores da minha carreira, e fico muito emocionada em saber que poderei conviver novamente com os torcedores e com as pessoas que dirigem o Minas”, comentou Jaqueline.

 

Quarteto vencedor

Na temporada 2011/12, Jaque e Hooker foram campeãs da Superliga com o Sollys/Nestlé. Àquela época, além das duas, o time paulista tinha a levantadora Karine Guerra e a líbero Léia. Nesta temporada, o Camponesa/Minas reúne novamente as quatro atletas. “Karine e Léia são minhas grandes parceiras. Mesmo quando estávamos longe umas das outras, nos falávamos. Elas se tornaram duas das pessoas mais importantes da minha vida. Hooker é uma excelente jogadora, tivemos muito sucesso em Osasco e vamos repetir isso aqui. Quando ela fechou o contrato com a equipe, fez questão de me avisar. Quando acertei minha volta, ela foi uma das primeiras a saber. Ficamos muito felizes em nos reencontrarmos”, destacou Jaque.

 

A americana Hooker se transferiu para Belo Horizonte em novembro. Logo que chegou, quis conhecer o novo clube. A jogadora trouxe o filho mais novo, próximo de completar um ano de vida. Nos Estados Unidos, ficou a filha mais velha, de 3 anos. A ausência dela foi amenizada pelo carinho recebido nas arquibancadas e pela nova equipe. “Meus primeiros dias aqui foram legais. As meninas e o técnico Paulo Coco fizeram com que eu me sentisse em casa. A Karine é minha amiga desde o Osasco, ela fala inglês, o que me ajuda muito. Antes de vir para cá, ela me disse, pelo Facebook, que o Paulo Coco e o time entendiam o que é ser jogadora e mãe ao mesmo tempo. Isso foi muito importante para mim. Apesar de ser mãe pela segunda vez, estou em um novo país. Tudo é diferente, mas a Karine, a Léia e as demais colegas me ajudam muito”, contou.

 

A Rainha Negra, como Hooker se apelidou, foi surpreendida com o carinho da torcida minastenista. Em sua apresentação, na Arena Minas Tênis Clube, ela ficou impressionada com a paixão dos torcedores. “O que mais me chamou a atenção é que a nossa torcida é louca por vôlei, o que amei! Minha recepção foi ótima. Não esperava que fossem me dar uma coroa, e todo este carinho me fez ter certeza de que estou em casa. Estou muito grata e amando este momento. Além disso, o ambiente é bastante edificante e positivo. As meninas já se tornaram irmãs para mim. Conversamos o tempo todo e, portanto, estou amando o Minas”, declarou.

 

Hooker destacou, ainda, que está muito feliz em jogar novamente ao lado das ex-companheiras de Osasco. “Jaque é uma pessoa que tem uma energia muito positiva, sempre comemora seus pontos com a torcida, e é muito bom ter tudo isso de volta. Acredito que nós quatro podemos contribuir para o time. Afinal, já ganhamos um campeonato juntas. Quero essa energia novamente aqui no Minas. Queremos que este 2017 seja de vitórias para nós”, finalizou a americana.

 

Mais experiente, Karine Guerra relembrou os momentos com Jaque, Hooker e Léia, no time paulista. A levantadora comemorou a chance de formar um novo quarteto no Minas. “Vivemos, naquele ano, um dos momentos mais emocionantes de nossas vidas. Léia era nova no vôlei e se revelou naquele time. Hoje, é uma das melhores líberos do mundo. Jaque e Hooker despontavam nas seleções do Brasil e dos Estados Unidos. Tivemos uma sintonia muito forte e viramos amigas de verdade. Acredito que, com a chegada das duas, nosso time se encaixará melhor. Espero que tenhamos o mesmo sucesso, desta vez, aqui no Minas”.

 

Inspiração

E a chegada de Jaque e Hooker pode deixar um legado vitorioso para as jovens atletas do time de Paulo Coco. Karol Tormena, por exemplo, disse que quer aproveitar cada momento ao lado das atletas. Para ela, que sempre tem o nome nas listas de convocação da seleção brasileira de base, a oportunidade será bastante proveitosa. “Poder dividir a quadra com essas estrelas do voleibol mundial é uma oportunidade única. Além de jogadoras olímpicas, elas são o espelho maior para qualquer atleta de voleibol. No meu caso, não é diferente. Hoje, fico ao lado delas e tento sugar toda a experiência e compartilhar minha juventude. Os frutos de tudo isso serão colhidos lá na frente”, ressaltou a jovem ponteira minastenista.

 

 

Crédito: José Luiz Júnior/Minas Tênis Clube

 

16




Deixe um comentário

1 Comentário em "Confira o que Hooker e Jaqueline destacam sobre a adaptação no Camponesa/Minas"

Auto Notificar:
avatar
Ordenar por:   o mais novo | mais velho | mais votado
Eliane Assis
Visitante

Gente o bumbum da Hooker é falso?

wpDiscuz
Translate »