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Tuesday 18 June 2019
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Dani Lins fala em final imprevisível e destaca: “O nível da Superliga será muito bom, mas poderia ser melhor se tivéssemos mais jogadoras da seleção brasileira”

Crédito: Luiz Pires/Fotojump

Crédito: Luiz Pires/Fotojump

 

A comemoração pela conquista do quinto título consecutivo do Campeonato Paulista começou no domingo (23/10) e teve sequência na manhã desta segunda-feira (24/10). O técnico Luizomar e as jogadoras Dani Lins, Camila Brait, Tandara, Malesevic e Bjelica foram os representantes do Vôlei Nestlé na festa de lançamento da Superliga 2016/17, que foi realizada em uma churrascaria em São Paulo. O clube de Osasco e o patrocinador possuem cinco conquistas da principal competição nacional e vão em busca do hexa. O último troféu da galeria foi o da temporada 2011/12.

 

O Vôlei Nestlé conta com apenas quatro atletas remanescentes da edição passada da Superliga. Dani Lins é uma delas e espera um campeonato equilibrado e com bom nível. “O nível da Superliga será muito bom. Até poderia ser melhor se tivéssemos mais jogadoras da seleção brasileira atuando no país. Camponesa/Minas, Dentil/Praia Clube e o Rexona-Sesc se reforçaram bem. Todo mundo sempre fala em finais Vôlei Nestlé e Rexona, mas esse ano não tem como prever nada pela boa qualidade das outras equipes. Nosso objetivo é disputar a final e para isso precisamos entrar pensando jogo a jogo. Será muito importante começar bem, principalmente com desempenho e resultados positivos no primeiro turno para não nos complicarmos depois”, afirma a levantadora.

 

Gabi, Saraelen e Camila Brait são as outras três atletas que permaneceram no Vôlei Nestlé. A defensora aposta em bons jogos e que a competição será atrativa ao público. “Acredito que será uma Superliga ainda mais equilibrada em relação às anteriores. O Dentil/Praia Clube já tinha uma equipe boa e se reforçou com a chegada da Fabiana. O Rexona-Sesc permanece com um grupo forte. O Camponesa/Minas sempre dá trabalho e o Concilig/Vôlei Bauru aumentou seu investimento e contratou boas jogadoras. Já o nosso time passou por algumas modificações e montou um elenco bastante determinado com as chegadas de atletas jovens e experientes. No geral, será uma Superliga bem disputada e com bons jogos. Isso é positivo para a gente que está em quadra e também para o público que vai assistir. Esse ano o Vôlei Nestlé vai precisar trabalhar bastante para ficar entre os melhores e tentar a conquista do título”, analisa a líbero.

 

A Superliga Feminina terá a participação de 12 equipes. Além do Vôlei Nestlé, a competição contará com Rexona-Sesc-RJ, Dentil/Praia Clube-MG, Camponesa/Minas-MG, Terracap/BRB/Brasília Vôlei-DF, Rio do Sul-SC, Sesi-SP, Pinheiros-SP, São Cristóvão Saúde/São Caetano-SP, Concilig/Finch/Vôlei Bauru-SP, Renata Valinhos/Countr-SP e Fluminense-RJ. Luizomar e suas comandadas estreiam na competição neste sábado (29), às 17h, contra o São Cristóvão Saúde/São Caetano, no ginásio José Liberatti, em Osasco.




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Guilherme
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Guilherme

Que absurdo disse esta jogadora: não pode haver jogadoras de seleção, porque ninguém deve ser dona da posição. Ninguém passou em concurso público. É por isso que a seleção feminina, aliás, chegou a este nível de decadência. Por não renovar, fechar em panelinhas, amiguinhas, e não dar espaço para novos talentos. Paula Borgo e Helô, por exemplo, já deveriam estar há tempos integradas à seleção. Quando isso ocorrer, já terão passado, em grande campeonatos, de 25 anos. O que já é bastante para iniciar na seleção, visto que em outras as meninas são relacionadas muito antes: Zhu, Boskovich etc… chega… Ler mais »

pop
Visitante
pop

Guilherme, acorda, você nem sabe o que está dizendo, claro que pode haver jogadoras de seleção. Ela fala do aconteceu, não está escalando ninguém. Você tem titica de galinha nesta cabeça horrível e de difícil interpretação.

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