Search
Thursday 14 November 2019
  • :
  • :

Depois do vice-campeonato da Superliga B, Valeskinha fez um balanço da experiência

Crédito: William Lucas/Inovafoto/CBV

 

De forma invicta, o Hinode Barueri (SP) sagrou-se campeão da Superliga B Feminina 2017 na noite da segunda-feira (10/04), ao vencer o BRH-Sulflex/Clube Curitibano (PR) na decisão. O time paulista levou a melhor sobre o rival paranaense por 3 sets a 0 (25/10, 25/11 e 25/20), em 1h09 de partida no José Correa, em Barueri (SP). Em seis meses de existência, este foi o segundo título da equipe, que tem no comando o técnico José Roberto Guimarães, e já havia levado o troféu da Taça Prata em novembro de 2016.

 

Com autoridade de quem joga em casa e com o apoio das cinco mil pessoas que estavam nas arquibancadas, o Hinode Barueri usou a pressão da torcida para dominar as ações. Com mais volume de jogo e comandada pelos ataques das ponteiras Érika e Suelle não deu chance às adversárias. O saque também foi uma arma importante do time paulista, que, quando não fazia o ponto direto, dificultava bastante o passe alheio.

 

Pelo Curitibano, a central e campeã olímpica Valeskinha, capitã do time, foi o ponto de equilíbrio dentro de um grupo formado com maioria de jovens atletas. Com alguns títulos de Superliga no currículo ela fez um balanço da temporada do Curitibano.

 

“Quando o Jorge Édson me convidou para o projeto eu nem pensei duas vezes. Gosto de desafios e coisas novas. Começamos a treinar apenas duas semanas antes de começar a competição. Até conseguirmos dar uma cara ao time passamos por algumas dificuldades. Nos playoffs conseguimos focar mais e melhorar nossa condição física e técnica. Hoje não conseguimos fazer o nosso melhor, pois o time é jovem e sentiram a pressão. Mas com certeza foi um crescimento para todas nós”, avaliou.




Deixe um comentário

avatar
  Subscribe  
Auto Notificar:
Translate »