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Monday 21 October 2019
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Destaque do Vôlei Nestlé, Bia conta sobre o retorno ao clube e avalia campanha na temporada

 

Crédito: Hérica Suzuki

Campeã da Superliga pelo Vôlei Nestlé em 2011/12, com 20 anos, Bia deixou o clube na sequência e ficou no Sesi-SP por quatro temporadas, de 2012/13 até 2015/16. Antes do time de Osasco, que na época se chamava Sollys, a central vestiu também a camisa do Praia Clube. Nascida em Sorocaba, a jogadora teve uma carreira de sucesso nas categorias de base, conquistando o Campeonato Mundial Infanto-Juvenil, na Tailândia, em 2009, e o vice da mesma competição no Juvenil, em 2011, no Peru. Com 24 anos e mais experiente, Bia regressou e foi um dos destaques da equipe no título do Paulista de 2016 e no primeiro turno da Superliga 2016/17.

 

Até o momento, Bia é a terceira maior pontuadora entre as centrais, com 120 pontos, três a menos que a líder Juciely, do Rexona-Sesc, e dois abaixo de Vivian, do Terracap/BRB/Brasília Vôlei. Na disputa em bloqueios, Bia é a atleta com mais pontos na Superliga, com 35 “paredões” certeiros, dois a mais que Juciely (Rexona) e quatro acima de Vivian (Brasília) e Letícia Hage (Fluminense). Em 2016, Bia voltou a vestir a camisa da equipe de Osasco na Copa São Paulo. Ela iniciou como titular em todas as partidas da atual temporada e na Superliga foi eleita a melhor em quadra, ganhando o troféu VivaVôlei, nas vitórias diante do Rio do Sul e do Renata Valinhos Country. Ela também apareceu como destaque na vitória no clássico contra o Rexona-Sesc, por 3 a 2, quando anotou 17 pontos.

 

Ciente que seria um retorno complicado, pois teria que substituir Thaisa e Adenízia, Bia confiou na sua capacidade e na retomada da parceria com Luizomar, técnico que ajudou na formação dela nas seleções brasileiras de base e que a conhece bem. “No começo encarei meu retorno como um difícil desafio, mas logo no primeiro dia no clube vi que seria gostoso de ser encarado, pois tinham pessoas que confiavam em mim e sabiam que chegaria no meu melhor. Na Copa São Paulo ainda estávamos em preparação, sem algumas jogadoras, e perdemos a decisão. Depois fizemos uma boa campanha no Paulista e na primeira partida da final tivemos uma decepção que logo foi revertida de forma brilhante no segundo jogo em casa e ganhamos o título. O primeiro turno da Superliga foi ótimo e terminamos em segundo fechando o turno com vitória em casa por 3 a 0. Agora para 2017 espero melhorar ainda mais junto com a equipe. Nossos objetivos são grandes, portanto, temos que treinar e nos dedicar na mesma proporção”, afirma Bia.

 

Após 11 rodadas do turno, o Vôlei Nestlé ocupa a vice-liderança com 27 pontos, com nove vitórias e duas derrotas. O líder é o Rexona-Sesc, com 31 pontos, sendo dez resultados positivos e o revés no clássico contra o time de Osasco. Luizomar e suas comandadas venceram São Cristóvão Saúde/São Caetano, Rio do Sul, Pinheiros, Camponesa/Minas, Renata Valinhos/Country, Rexona-Sesc e Genter Vôlei Bauru, no ginásio José Liberatti, e superaram Fluminense e Sesi-SP, como visitante. Os resultados adversos foram contra Terracap/BRB/Brasília Vôlei e Dentil/Praia Clube, ambos fora de casa. Dani Lins e suas companheiras iniciam o segundo turno diante de São Caetano no dia 7 de janeiro (sábado), às 20h, na Arena Amadeu Teixeira, em Manaus.




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