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Tuesday 12 December 2017
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Destaque na vitória contra os EUA, Adenízia fala com MDV sobre as finais do Grand Prix

A central Adenízia, aos 30 anos, é um dos alicerces dessa nova geração da Seleção Brasileira. Ao lado de Tandara e Natália, Adê, como é conhecida no vôlei, foi criada nas bases de Osasco, jogou na Itália na temporada passada e usou essa experiência internacional para ajudar o Brasil a chegar nas finais do Grand Prix 2017.

Foto: FIVB/Divulgação

Mesmo com um currículo invejável e toda a bagagem trazida pela campeã olímpica, Adê começou a competição no banco de reservas, foram três jogos saindo do banco e ajudando a seleção nos primeiros embates. Finalmente ela assumiu o seu lugar de direito, titular, líder e referência da Seleção do Brasil. Zé Roberto contou com ajuda da inspirada meio-de-rede para derrotar os Estados Unidos no ultimo jogo da fase classificatória do GP, vitória que levou o Brasil às finais na China, de 02 a 06 de agosto.

 

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Atuação impressionante

Com show de bloqueio e 12 pontos de ataque, a jogadora pontuou 18 vezes na conquista da vaga brasileira. “Hoje nosso passe saiu mais dando condições pra Roberta usar mais o meio de rede. A Carol e eu estávamos bem confiantes no nosso ataque no nosso bloqueio que vem crescendo cada dia mais com a ajuda do saque. As meninas tem sacado muito bem, o que tem facilitado nossa vida. Acho que é assim que nasce uma equipe, que se forma uma equipe. É uma ajudando a outra a todo tempo”, analisou.

 

Experiência

Sobre a bagagem, Adê assume o papel de experiente. “Ao lado de Tandara e Natália, somos as mais experientes desse grupo, já passamos por muitas dificuldades e aprendemos a sair delas com o grupo antigo. Hoje sabemos das nossas dificuldades, que todos vão vir com força máxima pra enfrentar o Brasil, cada jogo vai ser uma final pra gente”.

 

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Vibração sempre foi marca registrada

“Estamos puxando essa equipe tentando não deixar cair, com vibração, com alegria, porque esse foi sempre nosso diferencial, um time aguerrido. A cada dia e a cada jogo estamos mostrando o valor dessa equipe. Lógico que as outras equipes estão vindo forte, completas, mas a nossa ainda está em formação. Tem que ter paciência”, enalteceu a central sobre a nova formação brasileira.

Foto: FIVB/Divulgação

 

Finais

“Chegamos com um gás a mais. Passamos muita dificuldade no início da competição por causa de fuso, viagem… Agora nossa equipe está se encontrando. A gente sabia o quanto seria difícil. Porque pra muitas aqui é a primeira vez que joga um Grand Prix jogando inteiro. Então sabíamos dessa dificuldade que teríamos.”

A fase final do Grand Prix será na China. Além das brasileiras e das anfitriãs chinesas, também estão classificadas as seleções de Sérvia, Estados Unidos, Itália e Holanda. Para Adenízia, o Brasil chega empolgado com todo o carinho da torcida brasileira e com a emoção do jogo contra os EUA.

“Vamos chegar com uma energia a mais, a torcida nos deu essa energia. Foi muito importante jogar em casa essa fase, até mesmo pra apagar os resultados negativos que tivemos. Agora é confiar cada vez mais, cada jogo mais e ir pra cima. Saber que podemos chegar no lugar mais alto dessa competição”, concluiu.

 

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