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Friday 20 October 2017
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Duas promessas cubanas abandonam a seleção e não retornam ao país

Casanova e Herrera são consideradas promessas do voleibol cubano. (Fotos: Divulgação/FIVB)

Por Júnior Barbosa

Mais uma polêmica no voleibol cubano. Após participação no Mundial Sub-23, disputado em setembro na Eslovênia, a delegação cubana viajou para disputar o torneio classificatório para o Mundial de 2018, em Vancouver (Canadá) sem duas promessas cubanas:  Heidy Casanova e Liset Herrera, ambas com 18 anos.

Casanova é oposto e tem 1,84m. Em Cuba, atuava pelo La Habana. Já Herrera é central, tem 192m e defendia o Matanzas. Até o momento, a Federação Cubana de Vôlei ainda não se manifestou oficialmente. De acordo com informações da imprensa internacional, ainda não se sabe se elas deixaram a Eslovênia ou até mesmo se estão juntas.

Apesar de ter jogado o classificatório sem as duas atletas, Cuba se classificou e, juntamente com as anfitriãs, disputará o Mundial como representante da Norceca.

Além do Mundial Sub-23, as duas jogadoras já estavam na seleção principal, além de disputarem torneios em categorias mais novas.

Pelas regras do país, o atleta que atuar no exterior não pode jogar mais pela seleção. Desde a década passada, dezenas de baixas fizeram com que o país, tricampeão olímpico feminino, perdesse o posto de potência no esporte.

 

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