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Saturday 24 August 2019
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Em pleno ano olímpico, a crise no voleibol masculino pode “diminuir” Superliga 16/17

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Em meio a uma crise político-econômica no Brasil, muitos setores estão sendo afetados e empresas fechando as portas. Isso tem refletido diretamente nos esportes do país que sediará os Jogos Olímpicos deste ano. O vôlei masculino é a prova disso, apenas seis equipes, até agora, confirmaram a participação na próxima Superliga 16/17: Sada Cruzeiro, Sesi-SP, Funvic Taubaté, Minas Tênis Clube, Montes Claros e Maringá, que permaneceu na competição após uma parceria, autorizada pela CBV, com o Voleisul.

 

O cenário assusta, já que até o último vice-campeão da Superliga Masculina, o Brasil Kirin, de Campinas, ainda não confirmou presença na edição 2016/17 da competição, por falta de recursos. Mesma situação atinge as equipe do São José, Bento Gonçalves e Juiz de Fora Vôlei, além de Castro, vencedor da Superliga B.

 

As equipes que ainda não confirmaram a participação na competição contaram com uma prorrogação do prazo para isso, foi uma maneira da CBV dar mais tempo para a busca de recursos financeiros dessas equipes, que também esperam da entidade uma ajuda efetiva para a continuidade de seus trabalhos.

 

Caso as outras seis equipes não confirmem a participação, abrirão vagas para quem participou da repescagem, o torneio classificatório que uniu as equipes rebaixadas da ultima edição da Superliga principal com outros participantes da Superliga B. Resta saber se terão recursos financeiros para participarem. O sinal de alerta já foi ligado.

 

 

 

 

 

 

 

 




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