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Monday 23 September 2019
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Entrevista com Mari Steinbrecher

 20/03/12 – Após a partida que classificou a Unilever para a semifinal da Superliga 11/12, nosso repórter Adriano Barbosa conversou com a ponteira Mari, premiada com o troféu Viva-Vôlei. Na conversa, Mari fala sobre a alegria da classificação, o novo adversário: Vôlei Futuro, a torcida carioca e sobre a sua equipe. Confira na íntegra:

Melhor do Vôlei – Mari, parabéns pela partida e pela classificação, mas hoje o adversário não fez frente a vocês, o que aconteceu?

Mari – Fiquei super feliz em como nossa equipe se comportou em quadra hoje, foi algo que havíamos decidido nos treinos, de não desistir, haja o que houver. O time do Mackenzie fez bonito na competição, mas a nossa experiência pode ter sido mesmo o fator de decisão na hora final. E ainda o ocorrido com a Thaís pode ter abalado, porque até a gente sentiu o drama, ficamos aflitas no momento, mas deu tudo certo, não passou de um grande susto. Agora é treinar muito em função da série que iremos enfrentar daqui para frente, vamos com a mesma vontade e garra para a luta, sabendo tudo o que iremos encontrar pela frente.
 
MDV – Você acompanhou a trajetória do Vôlei Futuro até aqui? Tem visto os jogos, particularmente o que acha?
 
Mari – Olha, pra falar a verdade os últimos jogos eu não acompanhei, a TV a cabo chegou lá em casa ontem e antes eu estava com uma que hora pegava hora não (risos). Mas agora nem dá mais pra assistir nada, é só estudar e muito a equipe delas, nos focarmos e não desistirmos em momento algum. Do outro lado teremos uma equipe de respeito, particularmente acredito que será uma série de jogos muito bons, é mesmo treinar e colocar a cabeça no lugar porque é aquela velha história, agora é mais um novo campeonato que começa nesta fase.
 
MDV – Você sai do jogo com mais um Viva-Vôlei. Foi merecido?
 
Mari – A turma toda merecia um hoje, mas é aquela coisa, eu estou no calço da Fernanda, a gente ri porque ela tem muitas atacantes para distribuir bola, todo mundo quer, e eu não fico de fora, peço mesmo, errando é que a gente se acerta. Fico contente com o prêmio é mais um incentivo para crescer e para avaliar as limitações, corrigir os erros e aperfeiçoar os acertos, é isto.
 
MDV – Então você tem pedido mais bolas durante os jogos? Tem sentido mais confiança?
 
 
Mari – Eu acho assim, tem jogadores e isto em todos os esportes que chegam determinadas fases de campeonatos e eles encolhem. No meu caso sempre foi diferente, chegou a hora em que eu mais gosto de ser chamada para o jogo, gosto deste momento mais que tudo, compreendo que nosso time tem atacantes de excelência e que a distribuição é mais complicada, mas eu não me importo, peço bola mesmo para a Fernanda, sou mais uma ali a encher o juízo dela. (risos)
 
MDV – E a torcida? Parece que vocês estão vivendo um caso de amor…
 
Mari – A nossa torcida é diferente de tudo, eles sabem mesmo fazer a diferença, não nos abandonam em momento algum, até nas derrotas nos apoiaram, nos incentivaram. Sou só elogios para eles que se mostram a cada ano mais apaixonado por este time, espero mais e mais apoio deles para lhes retribuir com muitas vitórias e alegrias.
 



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