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Wednesday 13 November 2019
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Fabí e Camila Brait: as guardiãs da quadra brasileira

10/05/2012 – As líberos da seleção brasileira feminina de vôlei, Fabi e Camila Brait, estão entre as 12 jogadoras que representam o Brasil no Torneio Pré-Olímpico Sul-Americano feminino de vôlei, em São Carlos (SP). A competição vale vaga para os Jogos Olímpicos de Londres, este ano. Só que a histórias das duas nos bastidores não é de hoje. O primeiro encontro entre as atletas aconteceu em 2006.

A seleção brasileira feminina de vôlei se preparava para disputar o Campeonato Mundial. Fabi era a líbero titular da equipe, enquanto Camila Brait acabava de chegar na seleção juvenil que disputaria o Sul-Americano da categoria. Juntas, as duas fizeram toda a preparação para os respectivos campeonatos no Aryzão, o Centro de Desenvolvimento do Voleibol, em Saquarema (RJ).

“Tenho essa história legal com a Brait, antes do Mundial de 2006. Ela ainda estava no juvenil e foi no meu quarto dizer que estava torcendo por mim. Três anos depois estava com ela na seleção principal. Hoje ela está disputando vaga nos Jogos Olímpicos. Acompanhar o crescimento dela foi muito especial”, disse Fabi.

Camila Brait também guarda com carinho o momento vivido em Saquarema. “Torci demais para aquele grupo e era muito fã daquela equipe. Fui ao quarto da Fabi para dizer que torcia muito pela vitória da seleção. Ficava encantada em comer ao lado delas no refeitório. Hoje é uma honra estar no mesmo grupo. É muito bom atuar ao lado de várias campeãs olímpicas. Todas são um espelho dentro da seleção”, garantiu Camila Brait.

Fabi, que em 2012 completa 11 anos de serviços prestados à seleção brasileira feminina de vôlei, também lembra com carinho do começo na seleção. “O início marca muito. A minha primeira convocação foi em 2001, quando joguei uma Copa dos Campeões. Tudo era muito novo. Outro dia estava lembrando a primeira viagem. Não tinha dólar, nem cartão de crédito para comprar as coisas. Era uma juvenil no meio de um monte de gente que admirava e tinha como ídolo”, explicou a líbero, que garante ainda sentir uma grande emoção ao vestir a camisa da seleção.

“Ainda vivo um sonho em disputar a vaga para ir aos Jogos Olímpicos. Tenho camisa de todos os anos que defendi a seleção. Guardo as minhas histórias. O que vai ficar são os momentos vividos. Daqui a alguns anos vou virar uma boa contadora de histórias e tenho certeza de que as pessoas vão gostar de ouvir”, conclui Fabi.

Foto: Alexandre Arruda.

 




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