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Thursday 21 November 2019
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Fabi mostra caminho para vencer o Dínamo e avisa: “Queremos muito isso e foi o que viemos fazer aqui”

Crédito: Divulgação/FIVB

 

Após a derrotada para o VakifBank, na última quarta-feira (10/05), o Rexona-Sesc terá um duelo de “vida ou morte”: será preciso uma vitória diante do Dínamo Moscou, da Rússia, para que a equipe comandada por Bernardinho avance na competição. O confronto será nesta quinta-feira (11/05), às 21h40, com transmissão do canal SporTV.

 

Acostumada a enfrentar a escola russa, a líbero bicampeã olímpica já sabe o que esperar no confronto: ataque e bloqueio poderosos. “Temos pela frente um time russo, com características já conhecidas, de uma escola tradicional. O Dínamo possui jogadoras grandes e um sistema de bloqueio muito forte. Sabemos que o jogo delas passa pela Goncharova, De la Cruz e a Shcherban. Nosso papel agora é tirar o dia para estudar bastante. Temos que conseguir sacar bem para diminuir o poder de ataque delas. Se conseguirmos, elas perdem velocidade e isso pode ser o diferencial para uma vitória”, disse Fabi.

 

Para os fãs brasileiros, a líbero fez questão de lembrar que o objetivo do Rexona-Sesc está bem traçado e o sonho ainda bem vivo. “Agora é colocar nosso coração dentro de quadra para buscar essa vaga. Este sempre foi o nosso objetivo. Queremos muito isso e foi o que viemos fazer aqui, no Japão”, encerrou.




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Kimberly Hill
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Kimberly Hill

Garota chata. Volta para a seleção das Amarelas que vc verá o que vamos fazer com vcs. A partir de agora, vcs vão conhecer a mão pesado dos Estados Unidos. Nossa jogadoras tem o compromisso de detonar e acabar com as brasileiras já no GranPrix. Vcs apresentaram timecos neste Mundial de Clubs e só ganharam as olimpíadas de 2012 graças a nossa ajuda, porque somos honestas e temos ética e vcs são lixo. Somos Estados Unidos da América e temos jogadoras para formar 2 times de elevado nível.Volta para a sua seleção, junto com as derrotas do Rio 2016, porque… Ler mais »

Tom Sena
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Tom Sena

É MUITO DESESPERO! QUEM É BOM NÃO PRECISA GANHAR NO GRITO! O Time da “Amarelas” tem feito o dever de casa direitinho…colando os USA pra AMARELAR bonito nas decisões…quanto ao Rio 2016, depois da derrota das “Amarelas” para as “Xainisis”, os USA estava muito confiante e aliviado por não precisar AMARELAR mais…daí o time honesto e ético, mais uma vez…pimmmmba! TOMOU NA BACURINHA E AMARELOU NOVAMENTE! Agora se recomponha e vá fazer um cursinho de “ingréis” e vá lá morar com a “Trupe do Pato Donald” e leve embora esse sorriso (que deve ser AMARELO) com você…A seleção do BRASIL… Ler mais »

José Sérgio Moreira de Castro
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José Sérgio Moreira de Castro

O Osasco não está em condições de pretender alguma coisa no Mundial. Ele consegue brigar com os times japoneses, com certeza, pelo 4º lugar em diante…Nada mais do que isso. Pelo que estamos vendo, não temos mais times que consiga enfrentar os clubes da Turquia, Suiça, etc. É uma pena… parece que estamos regredindo…

Deivid
Visitante

Os dois times brasileiros podem ganhar e a julgar pelo péssimo jogo do Rio contra o Vakif e do jogo regular do Osasco contra o Vitra, eu acredito que o saque e o sistema defensivo são fundamentais para vencer os dois jogos e para o Osasco é mais fácil que Dani Lins resolva jogar alguma coisa enquanto Roberta precisa melhorar muito, mas também podem tomar dois 3 x 0 eu torço pelos clubes mineiros e estou torcendo que pelo menos um dos times vá para a semi,

José Sérgio Moreira de Castro
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José Sérgio Moreira de Castro

O que está ficando claro para os torcedores brasileiros é que o Rexona é muito time dentro do Brasil, porém, em competições internacionais, parece ter um elenco que nem no pódio está em condições de subir, dada a fragilidade das atacantes, que, sendo muito baixinhas, são presas fáceis do bloqueio adversário. Vai ter jogar muito contra as russas para conseguir alguma coisa nesse Mundial.

Renato
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Renato

Não concordo. As brasileiras são competitivas..mas alguns times são muito poderosos.. contratam um elenco poderoso e nenhum time do mundo é páreo, se não estão acostumado a enfrentar e conhecê-los (vakif etc). Nem italianos.. nem russos.. nem ninguém é páreo. Logo não se pode dizer só do Brasil.

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