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Saturday 14 December 2019
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Grand Prix: Com excelente participação de Thaisa, Brasil consegue a segunda vitória

C rédito: Divulgação/FIVB

Crédito: Divulgação/FIVB

 

Nesta sexta-feira (10/06), o Brasil teve o seu segundo compromisso no Grand Prix 2016. Atuando na Arena Carioca 1, no Rio de Janeiro, nossa seleção derrotou o Japão por 3 sets a 0, com parciais de 25-20, 25-23 e 25-15. Esta foi a segunda vitória das brasileiras na competição, que já haviam derrotado a Itália, nesta quinta-feira (09), por 3 sets a 1.

 

Titular no duelo de hoje, no lugar de Fabiana, a central Thaisa foi o grande destaque, com 19 pontos (15 em ataques, 3 em bloqueios e 1 em ace). Pelo Brasil, também foram importantes Fernanda Garay, com 11 pontos (todos em ataques), Juciely, com 9 (7 em ataques, 1 em bloqueio e 1 em saque), Natália, com 9, (7 em ataques e 2 em bloqueios) e Sheilla, com 5 (todos em ataques). Entre as japonesas, as maiores anotadoras, com 10 pontos cada, foram Ebata (8 em ataques, 1 em bloqueio e 1 em saque) e Uchiseto (todos em ataques). A ponteira Saori Kimura não participou do confronto e assistiu ao espetáculo da arquibancada.

 

As seleções voltam à quadra no domingo (12/06), para a disputa da última rodada da etapa brasileira no Grand Prix. Nossas meninas enfrentam a Sérvia, às 10h05 (com transmissão da Rede Globo e do Sportv), enquanto o Japão pega a Itália, às 12h35.

 

Daniel Rodrigues




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[…] na estreia, fez José Roberto Guimarães gostar do voleibol apresentado pela seleção brasileira, contra o Japão, a história foi outra. Satisfeito com a atuação das jogadoras, o treinador elogiou e, até, as adversárias. “As […]

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[…] estreia, fez José Roberto Guimarães gostar do voleibol apresentado pela seleção brasileira, contra o Japão, a história foi outra. Satisfeito com a atuação das jogadoras, o treinador elogiou  e, até, as adversárias. […]

TITANIC 100 ANOS
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TITANIC 100 ANOS

MINHA OPINIÃO SOBRE A SELEÇÃO : Dani e Fabíola (levantadoras), Jaqueline, Fê Garay, Gabi e Mari Paraíba ( pontas), Thaysa, Fabiana e Jucyele (centrais), Camila Brait (líbero), Sheyla e Natália (opostas). Melhor levar Mari Paraíba e Jaqueline para arrumar o passe, do que manter Nátália de ponteira e comprometer. gabi também não é uma grande passadora. Há time em que apenas potencia não resolve e precisaremos muitos das nossas centrais. Levar uma líbero e caso Brait não dê conta, Mari Paraíba assuma o passe. Natália rende mais de oposta pois compromente no passe. Tandara, ao meu ver, não está em… Ler mais »

Flávia
Visitante
Flávia

Tenho certeza que Fabiola e Joycinha seria uma ótima inversão, se a Fabiola conseguiu fazer as centrais (postes) russas jogarem, faria o mesmo com a Joycinha, mas Zé Panela é de lascar o cano.

Marco Freitas
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Marco Freitas

Eu concordo. O ZRG deu entrevista ao sportv e disse que está gostando da Mari PB. Disse que ela está lutando muito. Ele disse que cogitou escalar a Natalia de oposta em dado momento do jogo. E quanto a Mari ele falou que ela é uma ótima passadora e ressaltou a possibilidade de escala-la de líbero. Pelo que a Tandara (não) vem fazendo nas inversões pode ser que a Mari ganhe a vaga de ponta e a Natalia fique como ponta/oposta. A Mari errou o 1* passe no calor do jogo, mas depois encostou até a Brait e colocou todos… Ler mais »

Gustavo
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Gustavo

Thaisa realmente jogou muito bem, mas falta muito para a seleção ser favorita ao Ouro na Rio 2016. O passe ainda está ruim e faltam jogadoras para “colocar a bola no chão”. Thaisa e Fabiana são centrais e o nosso poderio de ataque não pode ser somente pelo meio. Sheilla não repetiu a boa atuação contra a Itália no jogo de hoje. Natália continua irregular, passando mal e errando a maioria dos ataques. Brait continua irregular, também. A seleção está jogando muito pouco para superar China e USA, os dois grandes favoritos na Olimpíada. O Brasil precisa melhorar muito para… Ler mais »

Marco Freitas
Visitante
Marco Freitas

Nunca vi uma levantadora que poupa sua oposta do jogo. Só a Dani Lins mesmo. Tudo bem que se o passe sair tem mais é que usar e abusar de Thaísa e Fabiana. Agora a Sheilla recebeu 10 bolas boas para atacar e virou 5. No primeiro set, pasmem: a Dani levantou duas bolas para a sheilla e ela virou uma. A Dani é muito boa, o jogo dela com as centrais é um ponto forte do Brasil, mas se o passe sai quebrado ela tá sobrecarregando demais a Fê Garay. Natália ainda está meio presa. A Brait foi melhor… Ler mais »

Frederico
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Frederico

Acho que sou o único que não concorda com o estilo de jogo da Sheila. Pra mim oposta é quem vira bola no sufoco. Igual ela fez na olimpíada passada contra a Rússia. Naquele momento ela jogou como uma legítima oposta. A Sheila sempre foi técnica, mas observo que ela perdeu muito da potência no ataque. Só passa se for na boa com bloqueio simples. Nos demais fundamentos, gosto bastante dela.

Fernando
Visitante
Fernando

Discordo parcialmente, Sheilla tem se mantido na média dos 50% de aproveitamento, que é algo alto para uma oposta. O importante é pontuar, ela vem forte na linha dos 3, agora bola espetada, ela tem que mais é que explorar bloqueio, diagonal, mão de fora e por aí vai, coisa que é especialidade dela. No mais em termos de defesa e saque ela está ótima.

Junior
Visitante
Junior

O jogo do Brasil é diferente. Nós não somos a Russia! Nossas bolas de segurança sempre serão os centrais, tanto no masculino como no feminino. Quando surgem jogadoras altas na Russia, elas viram opostas. Quando surgem jogadoras altas no Brasil, já colocam no meio! Porque é o nosso estilo, copiado agora pelos americanos e franceses! Nosso jogo é de velocidade, deixando os bloqueadores com medo do nosso meio, possibilitando agir com rapidez e sem bloqueio pelas pontas. Nosso oposto está lá para decidir no momento crítico e resolver quando o passe está ruim. Se você assistir o jogo contra a… Ler mais »

Marco Freitas
Visitante
Marco Freitas

Aplaudo o seu comentário. Sheilla é muito importante para o Brasil. Joga muito quando precisa. Tanto é que toda vez que chega uma fase final ela cresce e joga demais , vide os titulos de melhor oposta do mundial e do grand prix 2014.

Buno Costa
Visitante
Buno Costa

Concordo com o comentário acima sobre as centrais serem a bola de segurança do Brasil. Porém, uma ressalva: este tipo de jogo está manjado para o nosso principal adversário: as americanas! Elas estudaram nossa seleção à exaustão. Portanto, fazer algo um pouco diferente contra ela é salutar. Além do mais, 10 bolas em 3 sets é muito pouco. São praticamente 3 bolas por set.

Marco Freitas
Visitante
Marco Freitas

O 1* passo seria as bolas de fundo (pipe) com a Sheilla. Até no mundial me lembro que no jogo contra a China e alguns outros vi a Thaísa atacando pelo fundo quando estava na posição de saque. Acho que o Brasil tá nesse jogo feijão com arroz só no grand prix. Na olimpiada o ZRG deve está pensando em como surpreender China, Eua, Servia e Russia. Em 2008 ganhamos o GrandPrix com um jogo bem normal. Ai veio pequim e foi atropelamento para cima de todo mundo agora vai ser mais dificil, mas como disse a Thaísa vamos está… Ler mais »

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