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Tuesday 12 November 2019
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Mundial: ZRG ressalta importância de chegar às semifinais sem jogadoras lesionadas

FIVB/divulgação

Depois de três fases e 11 partidas, brasileiras chegam às semis bem fisicamente

O regulamento do campeonato previa um torneio longo, o mais longo da história – jamais alguém em mundiais precisou de 13 partidas para ser campeão. Por isso, sempre que teve oportunidade, como no jogo contra o frágil time de Camarões, na primeira fase, ou com a classificação assegurada para a terceira fase, contra os EUA, o técnico José Roberto Guimarães poupou as jogadoras titulares. Nesta sexta-feira, contra as dominicanas, as titulares não descansaram, mas chegam bem fisicamente para o fim de semana decisivo do torneio.

“Eu tinha algumas preocupações (para hoje): ganhar, ninguém se machucar e o jogo de amanhã. Nós chegamos a uma semifinal com todo mundo inteiro”, comemorou o técnico Zé Roberto.

Com a Seleção feminina em seu terceiro mundial, ele viu na condição física das jogadoras deste campeonato na Itália uma vantagem sobre os elencos do Brasil nos mundiais anteriores.

“Nos outros dois mundiais, a gente sempre tinha uma ou outra jogadora contundida. Em 2006, Fofão jogou só em jogos decisivos, Fabiana com lesão no abdômen, Paula voltando, depois da gravidez. Em 2010, Mari e Paula não foram, estavam contundidas. Aqui, não houve baixas”, disse o treinador.

A aproximação da hora crucial do torneio, a que vai indicar o campeão mundial deste ano, cria, indisfarçavelmente, ansiedade nas jogadoras da Seleção. Bicampeãs olímpicas, mas sem um título mundial no currículo, o time conta os jogos para a decisão.

“A contagem regressiva acontece. A gente pensa em um adversário por vez, mas acabou, a gente pensa ‘faltam dois”, admitiu Fernanda Garay.

Capitã do time, a central Fabiana disputa seu terceiro mundial. Finalista nos dois primeiros campeonatos que disputou, ela disse que “a equipe está bem focada, acho que todas estão de parabéns e o Brasil sempre foi vitorioso por isso.”

“A gente trabalhou o ano todo para esse momento e, agora, está nas semifinais. Agora é descansar e se preparar”, disse Fabiana.

Brasil e EUA entram em quadra neste sábado às 12h30, no horário de Brasília. Na outra semifinal, o confronto entre Itália e China começa às 15h45.

 




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