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Sunday 8 December 2019
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Nesta sexta, Gente Vôlei Bauru conta com dois trunfos especiais para se manter entre os primeiros da Superliga

Crédito: William Lucas/Inovafoto/CBV

Crédito: William Lucas/Inovafoto/CBV

 

Após quatro vitórias seguidas e o quinto lugar mantido na tabela de classificação, o momento do Genter Vôlei Bauru é ótimo na Superliga 2016/2017. E pode ficar ainda melhor caso a equipe bauruense consiga fazer a “quina” de triunfos sucessivos nesta sexta, a partir das 19h30, quando enfrenta o Sesi, no Ginásio Panela de Pressão, pela oitava rodada do Nacional.

 

E para chegar à quinta vitória consecutiva o time conta com dois grandes trunfos na “manga”: o apoio da torcida, que terá a oportunidade de adquirir a promoção de ingressos (leia texto abaixo) e a “legião” de ex-atletas que já defenderam as rivais desta sexta e atualmente integram o elenco do Genter Vôlei Bauru.

 

As ponteiras Mari Cassemiro e Carol Westermann, a central Angélica e a oposto/ponteira Dayse já atuaram pelo Sesi em temporadas passadas. Todas recordam com carinho da época em que defenderam o time adversário, mas também ressaltam estar totalmente focadas atualmente no Genter Vôlei Bauru e alertam para os perigos da equipe que enfrentarão.

 

“Já jogamos alguns jogos contra elas esse ano e tenho carinho enorme pelo Sesi, mas agora sou Genter Vôlei Bauru. É (o Sesi) um time novo que não tem nada a perder e vai vir sem pressão. Além disso, elas têm a maior pontuadora do campeonato”, frisa Carol Westermann.

 

A atleta do time bauruense se refere à oposto Lorenne, que lidera o ranking de maiores pontuadoras da atual edição da Superliga com 132 pontos anotados em sete jogos e uma média de quase 19 pontos por partida. Nesta mesma lista se destacam, ainda, a segunda colocada Rosamaria, oposto/ponteira do Minas, com 117, e a ponteira Thaisinha, do Genter Vôlei Bauru, a terceira melhor definidora da competição com 113.

 

Apesar de ter um dos destaques da atual edição da Superliga, o Sesi sofreu grande reformulação para essa temporada e passou a apostar na juventude, como a oposto Lorenne, a levantadora Giovana e a líbero Laís. No comando da equipe segue o treinador Giuliano Ribas, o Juba, que fez parte da comissão técnica da seleção masculina que conquistou o ouro nos Jogos Olímpicos do Rio.

 

Já Dayse destaca que historicamente o Sesi sempre costuma ter boas atuações contra o time bauruense. “É uma equipe nova em idade, mas, ao mesmo tempo, conta com jogadoras experientes nas suas respectivas idades. Por essa razão, elas não têm aquela pressão toda em cima e isso, em alguns casos, facilita”, considera a atleta.

 

A capitã Angélica ressalta que o Sesi é um time perigoso por não contar com o favoritismo da vitória. “É um time que vem sem esta responsabilidade e isso, talvez, seja a maior virtude que elas tenham, a falta de favoritismo em relação à vitória. E a Lorenne é uma menina nova, mas é ótima atacante e é o carro-chefe desta nova e reformulada equipe do Sesi”, adverte a central do time bauruense.

 
Oscilação

Após a sofrida vitória diante do Pinheiros, em que o time bauruense saiu perdendo por 2 a 0 mas teve forças para virar o placar, o técnico do Genter Vôlei Bauru, Marcos Kwiek, tem como um dos principais objetivos contra o Sesi fazer com que a equipe não apresente desempenho irregular. “O jogo contra Pinheiros foi como achamos que iria ser, muito difícil e duro. Ficamos felizes com a vitória, mas o time ainda oscilou muito e foi muito irregular. Precisamos corrigir estas oscilações, mas não faremos isso do dia pra noite, é óbvio, só trabalhando muito”, analisa Kwiek.

 

O treinador também recorda que o último confronto contra o Sesi foi duríssimo. A partida, em outubro deste ano, em Santo André, valia a vaga para as semifinais do Campeonato Paulista. O time bauruense venceu por 3 sets a 2 em um duelo que durou mais de duas horas. “Não esperamos facilidades diante do Sesi. É um time de meninas, novo, mas muitas delas com passagens por seleção brasileira e acostumadas a jogar. Elas também têm a maior pontuadora da Superliga, que é uma preocupação a mais, e jogadoras que já voltaram de contusão. O time já está junto jogando e esperamos muito trabalho aqui”, adverte Kwiek.




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