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Saturday 7 December 2019
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Novatas na seleção, Andréia, Léia e Carol estreiam no Grand Prix

Créditos: Divulgação/CBV

Andréia, Léia e Carol têm 30, 29 e 23 anos, respectivamente, e jogam em posições diferentes. No entanto, as três possuem um fato em comum nessa edição do Grand Prix. A oposto, a líbero e a central disputam pela primeira vez uma edição da tradicional competição. Nesta sexta-feira (01.08), o Brasil iniciará, contra a China, às 12h30 (horário de Brasília), com transmissão do SporTV, a luta pelo 10º título, em Sassari, na Itália. O time verde e amarelo está no Grupo C, que além das chinesas, conta com Itália e República Dominicana.

Em comum, além da estreia, as jogadoras vivem um momento especial em suas carreiras. As três foram convocadas pela primeira vez para a seleção adulta nessa temporada. Mais experiente do grupo e destaque na última edição da Superliga, quando foi eleita a melhor atacante, a oposto Andréia afirma que a experiência na seleção tem sido muito positiva.

“A expectativa para a estreia é a melhor possível. Estou empolgada e feliz. Nosso grupo está muito unido e isso vai ajudar bastante dentro da quadra. Essa união acaba fazendo a diferença. Tive a oportunidade de começar jogando contra a China em Montreux. É um time alto e com uma boa escola de defesa. Vamos precisar sacar bem para quebrar o passe delas e ajudar o nosso bloqueio”, aposta a atacante.

Andréia também comentou sobre a mudança de posição que aconteceu na sua carreira há dois anos, quando deixou de jogar como central. “Tudo mudou muito nos últimos dois anos quando passei a jogar como oposto. Quero aproveitar cada uma dessas novas oportunidades para crescer. Sei que ainda posso evoluir e estar na seleção é muito positivo, pois aprendo com as melhores”, afirma Andréia, que é mãe de Nicholas, de três anos.

“É complicado ficar longe dele, mas estou fazendo o que mais gosto. Ele entende isso e me ajuda mesmo de longe. Estou jogando aqui também por ele”, disse Andréia.

Outra estreante no grupo, a líbero Léia foi companheira de Andréia no Pinheiros na última edição da Superliga. Para a jogadora, os primeiros meses na seleção estão sendo de muito aprendizado. “É legal estar na seleção. Tudo está sendo novidade. É gratificante ver o trabalho reconhecido. Quando proponho realizar alguma coisa, tento sempre fazer o meu melhor. Isso aconteceu no Pinheiros e o convite do Zé para a seleção foi uma consequência”, acredita Léia, que busca a melhora em cada treinamento.

“Estou aprendendo bastante com as jogadoras. Vivo intensamente cada momento na seleção e o que vier daqui para frente será uma consequência do meu dia a dia. Quero ajudar ao máximo a seleção”, finaliza a líbero.

A outra novata na seleção, a central Carol foi um dos destaques da equipe brasileira na primeira competição do ano, o torneio de Montreux, na Suíça. Na ocasião, a jogadora foi eleita a melhor bloqueadora.




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