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Monday 26 August 2019
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Plenária de clubes define fim da era dos 21 pontos para a Superliga 2014/15

Divulgação/CBV

Nesta segunda-feira (15/09) as equipes que participam da Superliga 2014/2015 discutiram em plenária em São Paulo o regulamento da competição. Para quem esperava algumas novidades, elas vieram em partes. A principal delas foi o fim do set de 21 pontos. Volta a ser como antes, 25 pontos ou dois de diferença mínima acima deste patamar.

A segunda novidade é a inclusão da equipe Voleisul/Paquetá Esportes de Novo Hamburgo (RS), vice-campeã da Superliga B em 2013. Essa será a 13ª equipe da Superliga Masculina que agora passa a ter o mesmo número de participantes do feminino. A CBV apresentou a proposta de inclusão para os clubes que decidiram por adicionar mais uma equipe.

O acesso e descenso também foram definidos: as 10 melhores equipes da edição 2014/2015 terão vaga direta à próxima edição. Além destes, o campeão da Superliga Série B 2015 também tem vaga assegurada. A última vaga será disputada pelas equipes que não ficaram entre as 10 melhores da Superliga e as remanescentes da Superliga Série B. A ideia da CBV é que a partir de 2015 a competição seja disputada por 12 equipes, eliminando convites e outros mecanismo de entrada senão os resultados de quadra.

Inclusive, Superliga e Superliga Série B deverão já a partir da próxima edição serem disputados com atletas exclusivos para cada competição. Nenhum atleta que esteja inscrito na Superliga poderá atuar, mesmo por empréstimo, para outro clube que esteja disputando a Superliga Série B.

Playoffs

A grande discussão da Superliga há alguns anos é o formato de disputa do título, em apenas um jogo isolado. As equipes que disputam o feminino decidiram manter os moldes atuais para a partida final, com apenas um jogo e sede definida pela CBV no Estado do clube que tiver melhor campanha na fase classificatória. “Das 13 equipes, apenas uma foi favorável aos playoffs. Embora entendamos que tecnicamente é mais justo, não temos a garantia de que todos os jogos das finais seriam transmitidos em TV aberta. Conseguimos as transmissões a duras penas, não seria hora de jogar tudo pro alto. É uma proposta que deve ser discutida para o futuro,” declarou Luizomar de Moura, técnico do Molico/Néstle e da seleção brasileira juvenil feminina.

No masculino esta edição poderá contar com o experimento do título ser definido em uma série de melhor de três jogos. As equipes recomendaram optar por valorizar o critério técnico, mesmo correndo o risco de não ter todos os jogos transmitidos em TV aberta. “Nosso pedido de anos foi atendido. Ganhamos com uma equipe a mais disputando a Superliga, e ganhamos tecnicamente. O resultado será o mais justo. Nosso desafio agora é conciliar Rede Globo e Sportv como parceiros deste ideia,” destacou José Montanaro, supervisor de voleibol do Sesi (SP).

Ponto que ganhou repercussão recentemente, o ranking de atletas sequer entrou em pauta na discussão regulamento. As equipes no início do ano optaram por manter o ranking visando equilibrar ainda mais a competição. Para a próxima edição a CBV já estuda formas de melhorar o ranqueamento.

A CBV divulgou ainda as prováveis datas das partidas finais. No masculino a data é 12 de abril e no feminino, 19 de abril. As datas ainda dependem de aprovação, pois a negociação com a Rede Globo ainda é pauta antes do início da Superliga.




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