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Friday 19 July 2019
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Por recuperação física, Carol Gattaz precisa aguardar antes de se apresentar à seleção

Central poderá voltar na final da Liga das Nações. (Foto: FIVB)

Para muita gente, Carol Gattaz está no auge da carreira. Aos 37 anos, a capitã do Itambé/Minas voltou a aparecer na lista de atletas da seleção feminina e não esconde a alegria de poder vestir a camisa do Brasil novamente. A central, no entanto, vai priorizar a recuperação física e, por recomendação médica, só deve voltar a treinar entre 45 e 60 dias.

Carol, com exclusividade ao Melhor do Vôlei, deu mais detalhes sobre o caso e confirmou conversa com o treinador José Roberto Guimarães. Apesar da disposição, ela sabe que precisa focar 100% em tratar uma tendinopatia no joelho. Se tudo sair dentro do previsto, ela só poderia se juntar ao grupo a partir da fase final da Liga das Nações, que acontecerá em julho, se o Brasil avançar.

“Conversei com o Zé (Roberto) há algum tempo e ele me perguntou se eu gostaria de voltar. Eu quero muito estar com a seleção, ainda mais agora. Estou preparada e sei da importância do pré-olímpico, até porque eu quero realizar o meu maior sonho: disputar uma olimpíada. Porém, antes de tudo isso, preciso cuidar da minha saúde”, afirmou.

Carol fala que há dois anos joga com o diagnóstico da tendinopatia, o que a obrigar a ter um tratamento específico para seguir atuando em alto nível. “Eu preciso fazer controle de carga, de tudo. Não sou mais uma criança, já estou com meus 37 anos. Quanto mais carga eu pegar, menos vida útil meu tendão tem e menos eu consigo jogar”, acrescentou.

Ela também é só elogios para a equipe médica do Itambé/Minas. “Eu sempre falo que o comissão, liderada pelo médico Rodrigo Vaz, foi excepcional comigo. Sem eles, eu não conseguiria terminar a temporada bem.”

Após conquista do título da Superliga, Carol passou por uma ressonância no joelho para detectar a real situação. “Este período de tratamento é necessário antes de recomeçar os treinos. Só então, estaria liberada para treinar com o Brasil”, explicou.

Com vontade de sobra, ver a central na seleção feminina será uma decisão do Zé Roberto. “Cabe ao treinador decidir se eu poderei voltar e começar a treinar aos poucos. Estou muito disposta e com muita vontade de participar. Farei todo o possível, mas infelizmente não depende só de mim. De qualquer forma, fico muito feliz em ver o meu nome lembrado”, finalizou.




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