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Tuesday 18 June 2019
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Resultado do 3º Troféu Melhor do Vôlei Feminino

16/04/2012 – O Melhor do Vôlei marcou presença na final da Superliga Feminina no sábado (14/04) e premiou as vencedoras do 3º Troféu Melhor do Vôlei que estavam presentes no ginásio. Vamos conhecer as eleitas por supervisores, técnicos e capitães das equipes que disputaram a competição. Das premiadas, apenas duas atletas não estavam em quadra na grande decisão e receberão o troféu posteriormente. Fique ligado e não perca!

Leia mais: O Troféu Melhor do Vôlei está de volta!

Aguarde na próxima semana o resultado do Troféu da Superliga Masculina e do Craque da Galera!

Melhor levantadora: Fabíola (Sollys/Nestlé)

A Superliga para a levantadora Fabíola foi uma verdadeira superação. Fora de diversas partidas por conta de uma lesão, lutou para se recuperar rapidamente e ajudar o time na reta final da competição. E a atleta da seleção brasileira não só voltou a jogar em alto nível, como foi um dos principais nomes da Superliga nos últimos meses. Ela também foi eleita a melhor jogadora da decisão do sábado (14/04). Ao receber o troféu Viva Vôlei, ouviu do presidente da CBV, Ary Graça, as seguinte palavras: "Agora é continuar assim na seleção brasileira, hein?". A levantadora teve, ainda, o nono melhor saque da Superliga com 20 aces anotados. 

 

 

Melhor oposto: Sheilla (Unilever)

Os sobrenomes da mineira Sheilla poderiam ser regularidade e equilíbrio. Com o time ganhando ou perdendo, ela sempre manteve a mesma vontade de ganhar e um desempenho que ajudasse o time durante toda a competição. Na final não foi diferente, pois foi a maior pontuadora do time. Apesar de não ter levado o título pra casa, foi eleita no 3º Troféu Melhor do Vôlei a melhor oposto da competição. Ela ultrapassou a cubana Herrera na final e terminou a Superliga como maior pontuadora, com 411 pontos. Além disso, teve o quarto melhor ataque, terceiro melhor saque e segunda melhor defesa, equilíbrio em todos os fundamentos que a faz ser uma oposto completa. Ao receber o troféu, ainda desolada com a derrota, economizou nas palavras: "Agradeço, muito obrigada a todos, mas trocaria todos esses troféus pelo título da Superliga".

 

Melhor ponta 1: Jaqueline (Sollys/Nestlé)

O semblante da campeã olímpica Jaqueline nos primeiros pontos da final demonstrava toda a gana que ela e todo o time de Osasco estavam em serem campeãs. E o resultado não foi outro, vitória sem dificuldades. A ponteira atuou de maneira regular durante todo o campeonato e em todos fundamentos, sendo indispensável no esquema tático do técnico Luizomar de Moura. Por essas e outras, foi eleita uma das ponteiras do troféu e ficou muito emocionada com o prêmio, dividindo a alegria com os torcedores de Osasco que pediram (e foram atendidos!) para ela continuar no time. Jaque foi a sexta maior pontuadora da competição com 340 pontos, a nona melhor atacante e a quarta melhor passadora.

 

 

Melhor ponta 2: Fernanda Garay (Vôlei Futuro)

A cada temporada, a gaúcha Fernanda Garay firma seu nome no voleibol brasileiro. E mais uma vez, a jogadora vai levar pra casa um troféu Melhor do Vôlei. Na segunda edição do prêmio, quando ainda jogava pelo Pinheiros/Mackenzie, a atleta foi eleita a melhor da Superliga. E na atual edição é uma das ponteiras da seleção da competição feita por técnicos, capitãs e supervisores dos times. Garay foi a terceira maior pontuadora da Superliga, com 405 pontos, teve o segundo melhor ataque e a nona recepção.

 

Melhor meio 1: Adenízia (Sollys/Nestlé)

Assim como Jaqueline, Adenízia transbordava vontade de ganhar essa Superliga nos dias que antecedeu a final e na hora da decisão contra a Unilever. Aliando a técnica e o amadurecimento cada vez mais visível, foi eleita uma das centrais no trófeu MDV e, muito emocionada, não conteve as lágrimas por toda a atmosfera de comemorações. A central teve o melhor bloqueio da competição e agora vai lutar por uma vaga na seleção brasileira para estar nas Olimpíadas de Londres este ano.

 

 

Melhor meio 2: Juciely (Unilever)

Assim como Adenízia, a central Juciely está brigando por um lugar no avião que aterrisar com a seleção feminina em Londres esse ano. E a atleta também mostrou muita disposição e que está pronta para encarar este desafio. A jogadora fez partidas incríveis no bloqueio, e teve muita segurança para definir pontos no ataque. Nas estatísticas da CBV aparece apenas como a sexta melhor bloqueaora da Superliga; no entanto, em números absolutos, ela é quem mais parou ataques adversários este ano: 117 bloqueios. Também muito emocionada, não segurou as lágrimas.

 

 

Melhor líbero: Camila Brait (Sollys/Nestlé)

Devagarinho, a líbero Camila Brait vai consolidando seu espaço no voleibol brasileiro. De Superliga em Superliga, a jogadora mostra que veio para ficar e que ainda vai dar muitas alegrias e grandes espetáculos para os torcedores. E neste ano, ela leva pela primeira vez o Troféu Melhor do Vôlei como a melhor em sua posição. Humilde, sempre lembra de subir degrau por degrau, reconhece quando não joga bem e está sempre pronta e disponível para aprender e melhorar. Em ano Olímpico, ela também briga para disputar os Jogos com a líbero Fabí, titular da seleção feminina há quase oito anos.

 

Melhor técnico: Bernardinho (Unilever)

O currículo deste campeoníssimo treinador fala por si só. Nesta Superliga ele não conseguiu o título, mas foi eleito pelos profissionais do voleibol o melhor treinador da competição nesta temporada. Com problemas na equipe, conseguiu dar um equilíbrio para o time que conseguiu incríveis 19 vitórias consecutivas. Depois, o time caiu de produção, perdeu a liderança da fase classificatória e suou muito para chegar a mais uma final da competição.

Revelação: Gabi (Mackenzie)

Até meados da Superliga, a atuação da ponteira Gabi, do Mackenzie, de apenas 17 anos, era relativamente discreta. Todo potencial da jogadora explodiu quando ela liderou o time na surpreendente vitória sobre a Unilever em Belo Horizonte, na abertura das quartas de final da competição. O time parou por aí, levou a virada nos dois jogos seguintes no Macaranãzinho, mas ficou a ótima impressão de que a ponteira do Mackenzie vai longe, que poderá ser desenvolvido pelo técnico Ricardo Picinin, que também fez um ótimo trabalho com a equipe este ano.

Melhor jogadora da Superliga 2011/2012: Jaqueline (Sollys/Nestlé)

O semblante da campeã olí?mpica Jaqueline nos primeiros pontos da final demonstrava toda a gana que ela e todo o time de Osasco estavam em serem campeãs. E o resultado não foi outro, vitória sem dificuldades. A ponteira atuou de maneira regular durante todo o campeonato e em todos fundamentos, sendo indispensável no esquema tático do técnico Luizomar de Moura. Por essas e outras, foi eleita a melhor jogadora da Superliga e ficou emocionada com o prêmio, dividindo a alegria com os torcedores de Osasco que pediam para ela continuar no time. Jaque foi a sexta maior pontuadora da competição com 340 pontos, a nona melhor atacante e a quarta melhor passadora.

 

 

 




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