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Thursday 14 December 2017
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Sul-Americano: confira os detalhes da 31ª conquista brasileira

Brasil dominou a seleção do torneio. (Foto: Max Montecinos/FEVOCHI)

A seleção brasileira masculina de vôlei é campeã do Sul-Americano 2017 sem perder nenhum set. Em sua segunda final na temporada, depois de ter decidido também a Liga Mundial, o time do Brasil derrotou a Venezuela na noite desta sexta-feira (11.08) por 3 sets a 0 (25/21, 25/6 e 25/18), em 1h07 de partida disputada no Centro Nacional de Entreinamento, em Santiago.

Este é o 31º título da equipe verde e amarela nesta que foi a 32ª edição do campeonato – o Brasil não participou no ano de 1964. O título ainda valeu a seleção brasileira a vaga no Campeonato Mundial de 2018, que será disputado na Itália e na Bulgária.

Brasil e Venezuela se enfrentaram pela última vez em uma final de Sul-Americano no ano de 2003, quando a competição foi disputada no Rio de Janeiro. Neste ano, a Argentina ficou com a terceira colocação, assim como aconteceu desta vez. Para conquistar a medalha de bronze, os argentinos precisaram vencer o Chile e conseguiram o resultado por 3 sets a 0.

Este é o primeiro título da seleção brasileira sob o comando de Renan Dal Zotto. O treinador, que assumiu a equipe neste ano, já foi vice-campeão da Liga Mundial, sendo superado pela França na grande final. Após a partida, o treinador falou sobre a conquista.

“Um título importante, o Campeonato Sul-Americano vale vaga somente uma vaga ao Mundial. E importante também por manter a hegemonia brasileira na América do Sul, uma responsabilidade muito grande que tínhamos. Saímos daqui com o sentimento de dever cumprido”.

A equipe do Brasil começou o jogo com o levantador Bruninho, o oposto Wallace, os centrais Maurício Souza e Lucão, os ponteiros Lucarelli e Maurício Borges, e o líbero Tiago Brendle. Também participaram da partida o oposto Renan, o levantador Raphael e o central Otávio.

Um dos destaques da partida, o oposto Wallace, que foi maior pontuador com 13 acertos, comentou a conquista brasileira sem ter perdido nenhuma parcial nas cinco partidas.

“Essa é a melhor maneira que temos de demonstrar nossa força. Sabemos que não é fácil passar um campeonato inteiro sem perder um set. O time mereceu, está de parabéns, agora vamos comemorar esse título”.

O capitão Bruninho também comentou sobre o carinho dos chilenos, que adotaram a seleção brasileira em confrontos sem a presença da equipe da casa.

“Um prazer voltar ao Chile, jogar aqui, sentir o carinho da torcida. Recebemos de todos os chilenos, foi uma experiência muito especial, quero voltar outras vezes, estamos muito contentes por essa conquista”

A seleção brasileira também dominou a eleição dos melhores do torneio: Bruno venceu como melhor levantador, Lucarelli foi escolhido melhor ponteiro, Wallace o melhor oposto e o ponteiro Maurício Borges, melhor jogador da competição.

 

O JOGO

O Brasil saiu na frente no erro do adversário. No bloqueio de Lucão, fez 2/0. Maurício Borges explorou o bloqueio venezuelano e abriu 3/0. Wallace marcou 4/0 e a Venezuela pediu tempo. Com Lucarelli, a equipe brasileira fez 8/3 no primeiro tempo técnico. Com mais um ponto de bloqueio, o placar foi a 10/3 e o adversário pediu tempo. Na volta, ace de Lucão e 11/3. Wallace ainda marcou 12/3. Em ponto de contra-ataque, Lucarelli marcou 16/7. A Venezuela reagiu e fez 11/17. Mas, a seleção brasileira voltou a pontuar e fez 20/12. Bem no saque, os venezuelanos aproximaram ainda mais no placar em 18/22. A reta final do set foi disputada e o Brasil fechou em 25/21.

A seleção brasileira abriu 2/0 com dois pontos de bloqueio logo no começo do segundo set. Sem dar chances ao adversário, o Brasil fez 4/0 e a Venezuela pediu tempo. Com Wallace pontuando bem, a equipe verde e amarela chegou a 8/1. Na volta do tempo técnico, Lucão bloqueou duas vezes e levou o placar a 10/1. Em boa passagem de Bruninho pelo saque e com o bloqueio funcionando bem, o marcador ainda foi a 16/1. Sem dificuldades, a equipe do técnico Renan manteve uma grande vantagem em 20/3. No bloqueio, o Brasil chegou a 22/3. No final, 25/6.

A terceira parcial começou mais equilibrada, com as seleções empatando em 3/3. Na sequência, o Brasil começou a abrir vantagem e fez 7/4 e a Venezuela voltou a empatar em 7/7. Com ponto de bloqueio, os venezuelanos assumiram o comando do placar (9/8). O Brasil passou a frente e fez 12/10. A vantagem verde e amarela passou a ser de três pontos em 16/13. A diferença no placar foi aumentando e o Brasil fez 19/14. Lucarelli marcou 21/15. Administrando com tranquilidade, o Brasil chegou ao ponto final em bela pipe de Lucarelli, que deu números finais ao terceiro set: 25/18, e mais um título ao Brasil.

 

Grupo A – Brasil, Colômbia, Venezuela e Paraguai

Grupo B – Chile, Argentina, Uruguai e Peru

 

TABELA (Horário de Brasília)

07.08

Brasil 3 x 0 Paraguai (25/04, 25/14 e 25/10)

08.08

22h – Venezuela 0 x 3 Brasil (10/25, 16/25 e 14/25)

09.08

15h – Brasil 3 x 0 Colômbia (25/14, 25/11 e 25/21)

10.08 (semifinais)

19h30 – Brasil 3 x 0 Chile (25/20, 25/12 e 25/14)

11.08 (final)

21h30 – Brasil 3 x 0 Venezuela (25/21, 25/6 e 25/18)

 

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