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Thursday 21 November 2019
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Superliga Feminina: Ranking para atletas de sete pontos será mantido na edição 2019/2020

A levantadora Macris, assim como Fabíola, passam a valer sete pontos (Foto: Nadine Oliver)

 

Representantes de nove dos 10 primeiros clubes da fase classificatória da Superliga Cimed 2018/2019 se reuniram com dirigentes da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) nesta quarta-feira (27), em São Paulo (SP). Entre os assuntos discutidos no encontro que acontece anualmente, a definição de ranking. Nesta tarde, então, foi votado e definido pela manutenção do ranking para atletas de sete pontos na temporada 2019/2020.

 

No seleto grupo, estão 10 jogadoras, sem muitas alterações em relação à Superliga passada. Seguem ranqueadas com sete pontos a levantadora Dani Lins, as centrais Fabiana e Thaisa, as ponteiras Fernanda Garay, Gabriela Guimarães e Natália e as opostas/ponteiras Tandara e Tifanny. As alterações ficam por conta da entrada das levantadoras Macris e Fabíola.

 

Outras diretrizes mantidas para a próxima temporada da Superliga Feminina são as de que cada clube poderá inscrever no máximo duas atletas que valham sete pontos, além de, também no máximo, duas estrangeiras.

 

Caso o ranking estipulado nesta quarta-feira estivesse valendo hoje, o time do Itambé Minas teria que abrir mão de Macris, Natália ou Gabi, uma vez que as três passam a valer sete pontos.

 

Participaram da votação representantes do Dentil/Praia Clube (MG), Sesc RJ, Itambé/Minas (MG) Osasco-Audax (SP), Hinode Barueri (SP), Fluminense (RJ), E. C. Pinheiros (SP), Sesi Vôlei Bauru (SP) e São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP). O Curitiba Vôlei (PR) não compareceu à reunião. No comando, pela CBV, estiveram o superintendente de Competições de Quadra, Renato D´Ávila, e a gerente da mesma unidade, Cilda D´Angelis.

 

Na votação, apenas o Dentil/Praia Clube (MG) e a Comissão de Atletas, que enviou sua opinião por escrito, foram contra a continuidade do ranking.

 

O ranking foi implantado na temporada 1992/1993, com o objetivo de gerar equilíbrio entre os times participantes da competição. A partir da temporada 2016/2017, os clubes votaram pelo fim da pontuação geral para a formação de seus elencos, com jogadoras valendo de zero a sete pontos, passando a contar, apenas, as de pontuação máxima.




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Nilce Matos da SilvamarceloOswaldoCosta Recent comment authors
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Nilce Matos da Silva
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Nilce Matos da Silva

Como o Minas pode ser a favor de algo que vai prejudica-lo? Vai ter que abrir mão de Gabi, Natália ou Macris.

Oswaldo
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Oswaldo

Nossos dirigentes, sempre encontram, um jeito de complicar as competições. E depois, importam estrangeiros, para burlar as regras do jogo. Fica claro, que uma equipe ajustada, tende a valorizar o ranking do atleta. E isto afetaria a manutenção da equipe na temporada seguinte.

Costa
Visitante
Costa

Vamos atualizar a Coluna mercado para a próxima temporada… Ta chegando a hora boa das contratações.

marcelo
Visitante
marcelo

calma gata

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