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Thursday 19 July 2018
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Tifanny: a importância e a representatividade de uma atleta transexual

Foto: Marcelo Ferrazoli/Vôlei Bauru

Por Júnior Barbosa

Desde que recebeu autorização para atuar em competições oficiais femininas, Tifanny Abreu, de 33 anos, se tornou figura constante em reportagens no Brasil e no exterior, principalmente quando retornou ao país e passou a treinar no Vôlei Bauru. O clube, que disputa a elite do voleibol no país, abriu as portas para que ela recuperasse a forma física depois de meses parada devido a uma cirurgia na mão esquerda. O que era para ser algo passageiro evoluiu com uma proposta de contrato para que ela atuasse no decorrer da temporada 2017/2018.

Apesar de ter cumprido todas as exigências legais e clínicas para atuar ao lado de outras mulheres, a atacante é alvo fácil de críticas, julgamentos e até ataques pessoais. Mais do que isso: ela tornou-se uma das protagonistas da atual polarização que é alimentada por boa parte da grande mídia e de grupos políticos. E o motivo? Ela é transexual.

Quando ainda era homem, Tifanny disputou competições oficiais por equipes masculinas. A partir de 2013, iniciou o processo de transição e, com o tratamento hormonal, viu sua força diminuir bastante, o que a obrigou a buscar jogadas com mais habilidade e técnica. Por não conseguir mais competir entre os homens, parou de atuar. Foi então que o seu empresário a orientou concluir toda a mudança de sexo e, com a documentação já como mulher, iniciou os trâmites para atuar no voleibol feminino.

No início de 2017, a Federação Internacional de Vôlei (FIVB) tomou uma medida que colocou o nome da atleta na história do esporte brasileiro. Ela tornou-se a primeira atleta transexual a receber autorização para atuar entre mulheres na categoria. Assim, ela entrou em quadra pelo Golem Software Palmi, clube da segunda divisão do Campeonato Italiano.

O treinador da equipe na época, Pasqualino Giangrossi, afirmou à imprensa que tinha concordado com a contratação da Tifanny pelas suas habilidades e que ela “comprovadamente havia perdido algo em torno de 60% da força e que estava saltando 3,15 metros, quando antes saltava até 3,60”, declarou.

A atacante, porém, não foi a pioneira. Em 2016, a italiana Alessia Ameri já havia disputado uma partida no torneio. Ameri, que joga como líbero ou ponteira, está na Série B2 e veste a camisa do Pallavolo Cerignola.

O que estabelece o COI?

Em 2016, o Comitê Olímpico Internacional (COI) divulgou um relatório que estabeleceu as diretrizes para que um atleta transexual possa atuar em competições esportivas oficiais, com dispositivos que garantem uma disputa leal e justa.

Em um comunicado, a instituição afirmou que “é preciso que os atletas trans não sejam excluídos da oportunidade de participar de competições esportivas”. Em casos de mudança de sexo biológico de masculino para feminino, é necessário que a atleta se declare com a identidade de gênero feminina e que apresente exames compatíveis, ou seja, ter um nível de testosterona abaixo de 10nmoL/L nos 12 meses anteriores ao da primeira competição desejada. Outra mudança é que deixou de ser obrigatória a cirurgia de mudança de sexo.

A estreia na Superliga Feminina

Tifanny recebeu autorização da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e foi inscrita na Superliga Feminina 2017/2018. A estreia aconteceu no dia 10 de dezembro do ano passado, quando o Bauru perdeu para o São Cristóvão Saúde/São Caetano no tie-break. A jogadora marcou 15 pontos e teve um percentual de 40% de aproveitamento no ataque. Sua companheira de equipe, a experiente Paula Pequeno, marcou 19 pontos e foi mais eficiente (45%).

A atacante realiza exames todos os meses para a contagem hormonal. O objetivo é comprovar que o nível de testosterona dela está dentro dos limites estabelecidos para que uma atleta atue no voleibol feminino.

Confira a entrevista que Tifanny deu ao Melhor do Vôlei sobre a sua estreia no Vôlei Bauru: “A nossa luta é diária, mas vejo que o Brasil está mudando aos poucos”

Tifanny foi eleita a melhor da partida na vitória sobre o Pinheiros, no dia 20/12. (Foto: Divulgação)

Fisiologia

No artigo “A multilateralidade da biologia”, o professor de educação física e fisiologista, Regis Machado Rezende, aborda com profundidade o tema. Especializado em vôlei, o profissional apresenta dados e estudos sobre a presença de atletas transexuais no esporte. No conteúdo, que pode ser acessado na íntegra aqui, o autor também defende maior responsabilidade ao tratar do tema.

“Recentemente temos sido inundados com discursos baseados em ‘achismos’, sobretudo porque alguns grupos de pessoas que foram historicamente excluídos, silenciados e invisibilizados, começaram a conquistar espaços e serem visibilizados. Formadores e formadoras de opinião, nem sempre estudiosas ou estudiosos da área esportiva, das ciências médicas ou biológicas, tem atacado a presença ­– que para nós deveria ser lida como a correção de erros históricos ­– de pessoas transexuais no contexto esportivo de alto rendimento. Equivocadamente fazem leituras tendenciosas de trabalhos científicos para dar validade às suas falas”, diz em um dos trechos.

Regis também detalha a atuação de Tifanny em suas primeiras partidas pelo Vôlei Bauru. Vale a pena entender melhor os números, pois muitos sites e jornais passaram a publicar que o desempenho da jogadora já a colocaria no topo das estatísticas, mesmo em tão pouco tempo.

“Em eficácia a Tiffany não figuraria entre as 10 melhores atletas da competição, dado o elevado número de bolas que recebeu e a quantidade de pontos convertidos. Em eficiência ela tem a maior média de pontos por set (também não a faz maior pontuadora da competição como as notícias tendem a dizer) e essa afirmação não a coloca como a melhor jogadora do torneio, aliás 45% de aproveitamento no ataque não a coloca entre as 5 melhores atacantes da competição (a jogadora líder nas estatísticas de ataque de acordo com os dados da CBV é Walewska Oliveira com 60% de aproveitamento no ataque) , ou seja, a atleta não é um ‘ponto fora da curva’, quando se percebe os números de ações de suas companheiras de equipe.

Ela foi bloqueada, foi defendida e errou ataques na mesma proporção de9 qualquer outra jogadora que disputa o torneio. Tiffany é oposta nata, logo irá receber mais bolas que suas companheiras visto a não obrigação de atuar como passadora e estar sempre livre para atacar. No jogo em que Tiffany fez 30 pontos (26 de ataque), ela recebeu 63 bolas, a segunda jogadora que mais recebeu bolas em seu time, foi a cubana Yohana Palacio com 38 bolas e 18 pontos no ataque, obtendo em eficiência 47% de aproveitamento, ou seja 6% a mais eficiente que Tiffany. Paula Pequeno que foi a terceira jogadora a receber mais bolas pelo Vôlei Bauru na partida, recebeu 14 bolas. Tiffany recebeu quase 5 vezes mais bolas que a companheira. É natural que tenha pontuado mais”.

A exclusão

A transexualidade, assim como todos os assuntos ligados às pessoas LGBTs, ainda é um tabu para uma boa parcela da sociedade. Quantas pessoas trans você conhece? Com quantas já estudou ou trabalhou? Pois é. Independentemente de ser homem trans ou mulher trans, a realidade é que eles existem, mas quase nunca ocupam (ou conseguem) ocupar os mesmos espaços da maioria, como escolas, escritórios ou mesmo aquele restaurante para comer uma pizza nos finais de semanas.

Quantos trans, hoje, podem andar tranquilamente pelas ruas sem medo de sofrer algum tipo de violência? O Brasil é o que mais mata a população LGBT no mundo. Os dados oficiais são assustadores. De acordo com pesquisas de ONGs, como o Grupo Gay da Bahia (GGB) e a Transgendender Europe (TGEu), o país é que mais mata transexuais e travestis no mundo.

Os dados oficiais mostram que, somente em 2016, um transexual foi morto a cada 25 horas. E esta estatística pode ser ainda maior, pois muitos casos não são registrados com a real motivação dos crimes. A expectativa de vida de um transexual não passa dos 35 anos, quando a média do Brasil é o dobro.

 

Voleibol: as diferenças físicas em jogo

A diferença de altura da central alemã Cristiane Fürst, que defende pelo segundo ano o Denso Airybees (Japão), e a sua companheira de equipe. (Foto: Divulgação).

Ao longo dos anos, o voleibol tem passado por grandes mudanças. Em 1998, a Federação Internacional de Voleibol (FIVB) oficializou a função de líbero, garantindo espaço para jogadores mais baixos e que teoricamente seriam mais limitados no ataque ou no bloqueio, mas com habilidades na recepção e na defesa e, consequentemente, mais agilidade e rapidez.

Como exemplo, temos o caso da bicampeã olímpica Fabi, que atuava como ponteira, mas logo mudou de posição e até hoje é considerada uma das melhores do mundo. Campeã da Superliga Feminina como central no Flamengo, Arlene também entrou no grupo das melhores líberos e, aos 48 anos, segue como atleta do Vôlei Bauru.

Mais recentemente, há o caso de Murilo Endres. MVP das Olimpíadas de Londres-2012 e com uma galeria de premiações individuais como atacante e como ponteiro, o atleta viu sua força no ataque diminuir com o passar dos anos e também com lesões recorrentes no esporte. Para seguir no Sesi-SP, ele aceitou o desafio de se tornar líbero devido ao seu bom desempenho no passe.

Historicamente, o voleibol asiático é conhecido pelo grande volume de jogo. Nas principais ligas, os clubes com maior poder aquisitivo investem na contratação de atletas estrangeiros mais altos e fortes, já que a média de estatura dos jogadores nacionais é menor em comparação com o de outras partes do mundo. A cada rodada, é comum os “gringos” marcarem bem acima de 30 pontos por partida.

O recorde entre os homens é do cubano Leonardo Leyva. Ele marcou, em 2013, 59 pontos a favor do Samsung Bluefangs no Campeonato Japonês. No feminino, a azeri Polina Rahimova anotou 58 acertos pelo AutoBody Queenseis, em 2015, também no Japão.

Há, porém, as pratas da casa. Com 17 anos e 1,92m, a chinesa Yingying Li quebrou o recorde de pontos em uma única partida da liga chinesa. Foram 48 acertos em cinco sets disputados. A oposto ainda recebeu o prêmio de melhor jogadora (MVP) da primeira fase do Campeonato Chinês.

Pelos títulos – sejam em clubes ou pela seleção sérvia – já conquistados, nem parece que Tijana Boskovic tem apenas 20 anos. Com 1,93m, a jogadora do Eczacibasi (Turquia) já é uma realidade. Na final do Europeu de 2017, ela marcou 29 pontos e, além do lugar mais alto do pódio, voltou para casa como a MVP do torneio continental.

Tanto Li quanto Boskovic deverão figurar nos próximos ciclos olímpicos com muito destaque. Sorte das suas respectivas seleções e azar das adversárias.

Vantagens ou características biológicas?

Mais alto e mais forte. Menor e mais habilidoso. Nem tão alto, mas com rapidez. Braços mais alongados ou pernas maiores. Há uma enormidade de tipos físicos no esporte. Em busca de melhores resultados e de lapidar novas promessas, muitos países apostam em estudos e na tecnologia para que os atletas aumentem os seus desempenhos.

Até agora, porém, a tecnologia não superou diversas características genéticas. Poucos são os que conseguem superar os quenianos em maratonas mundo afora, por exemplo. Tanto os homens quanto as mulheres do Quênia possuem pernas mais compridas e o calcanhar de aquiles mais largo e elástico. Estudos comprovam que essas características garantem aos atletas maior rapidez com menos energia gasta.

Em um artigo publicado no VICE, a jornalista Diana Tourjée apresenta um histórico de estudos e casos de atletas trans que passaram a competir em diversos esportes, incluindo as modalidades olímpicas. “Todos os atletas se beneficiam de vantagens biológicas, ou sofrem com desvantagens biológicas, em seus respectivos esportes”. Você poderá conferir o conteúdo completo aqui.

 

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43 Comentários em "Tifanny: a importância e a representatividade de uma atleta transexual"

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Iasso Roalisson
Visitante

Parabéns pela reportagem! Esclarecedora e sem achismos!

camila
Visitante

Tiffany, concentre-se em ler apenas as mensagem de apoio.
As ofensas são de pessoas baixas, a maioria são a mesma pessoas com vários nomes, gente de mal com a vida, mal amadas, invejosas, não merecem respeito, o melhor a fazer é ignorar, voce dará um tapa com luva de pelica.
Saiba que a grande maioria dos torcedores do volei que querem ver o Brasil campeão mundial te apoia e te querem na seleção.

Derick Rosa
Visitante

Todas as informações disponíveis pra quem quiser, com embasamentos científicos e tudo o mais, mas insistem em querer mascarar esse transfobia horrenda e ridícula! #ChoraColeguinha #GoTiffany #TifannyNaSuperligaFeminina #GoTiffanyNaSeleção

Manila Diore Luzon
Visitante
Concordo amiga! Quem fala mal da Tiffany aqui no mdv é uma pessoa só com vários FAKES , é o Alino Renata, um viado feio gordo velho bicha caricata medonha nao pega e por isso morreeeee de inveja de uma pessoa totalmente realizada como a TYiffany, que além de ser belíssima, joga MOOOOITOOOOOO !!! Ontem pela 1ª vez vimos na TV a força com que ela bate na bola, parece a Tandy, mas pega mais alto, pois tem 1,94m. E Tiffany é RYCAAH tá meu bem, se corta, tem muitos $euros, muita bolsa Dior e Versace, e muitos boys magia… Ler mais »
Carlos
Visitante

Deve ter muitos caras afim dessa garota,mas não acho que vc tenha que usar palavrões para defende -la e ofender outras pessoas. Hoje existe caras que curtem normalmente e mesmo casados com mulheres. Em todos os níveis e classes sócias. A diferença é que na Europa a sacanagem custa altos euros. e aqui no Brazil tudo é bem baratinho.

camila
Visitante

Eu compreendo a raiva do colega no comentário, tem uma ou umas pessoas que ficam falando merda de atletas e de tecnicos, xingando, contando mentiras, difamando em varios posts.
Aqui no Melhor do Volei ninguém precisa esperar a justiça divina resolver, Falou merda, vai ler merda, a justiça se faz aqui na escrita mesmo.Se tu não gostas de ler, ninguém tá te obrigando, não leia,

Alan
Visitante

Quero ver se o Wallace arrancar o p i n t o fora e ir jogar a Superliga Feminina, se iam aceitar de boa.

jorgeguius
Visitante

Acorda, anta baleada. Que comparação mais idiota.

Manila Diore Luzon
Visitante

Aline Renato não se cansa, todo post da Tifany vem a bicha velha recalcado invejoso mal comido dar o ar da graça falando coisa idiota, nem criança acha isso meu bem, criança já tem aula sobre esse assunto. Cresce tolinho invejoso. Tem inveja da Tiffany pq é um bosta rancoroso

João Victor
Visitante

O pessoal pensa que ser trans é assim: Nossa que dia lindo, acho que vou arrancar meu pênis/peito, tomar hormônio e ser transexual nesse país maravilhoso que mais mata transsexuais no mundo. – Gente uma pessoa trans já se identificam como sendo de outro sexo desde as primeiras interações sociais, não é assim do nada não.

Manuel
Visitante

Ele não jogaria pois o processo não se resume a “arrancar o pinto”, a transição envolve processos muitos complexos, inclusive uma mulher trans que passa pela transição e comprova o requisito de jogar com mulheres cis poderá jogar, mesmo que não “arranque o pinto”.
Estude antes pra não passar vergonha…

Alan
Visitante

Podia criar a Superliga LGBT, aí aceitava esse povo aí, colocar quem foi bombardeado de testosterona a vida inteira pra jogar com mulheres é que não dá.

Cibele Trancoso
Visitante

Ai tinha de trazer seu idólo BRUNECA REZENDE para jogar na liga LGBT né fofa, mas a Bru é ENRUSTIDA assim como a senhora!!! Nao pode olha que coisa kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

LlMm
Visitante
Se fosse assim, atletas como Gamova, Kim Yeon Koung, Zhu Ting, Boskovic, Kosheleva, Goncharova, Brayelin Martinez e outras gigantes que tem por aí deveriam ser proibidas de jogar, por serem previlegiadas fisicamente em relação às outras atletas! Vi hoje o jogo Bauru 3 x 1 Brasília e não considero a Tifany mais forte que uma Boskovic, uma Brayelin Martinez ou uma Zhu Ting. Tifany é sim alta, 1,94m, e forte, mas é completamente dentro da normalidade! 1. Muitos médicos NAZISTAS consideravam a raça ariana superior e os judeus uma sub-raça! 2. Muitos médicos antigamente praticavam a LOBOTOMIA para tratar DEPRESSÃO,… Ler mais »
Sergio
Visitante

Sao mulheres? Se sim. Então é diferente de tifany

Carlos
Visitante

Parabéns. Esses são exemplos reais e incontestáveis. Só esqueceu de falar em milhares de caras casados com mulheres eque curtem. Claro, n foi esse o caso de seus exemplos.

Visitantes
Visitante

Será que alguma menina mulher de verdade do volei sairia na porrada com ele ???
DUVIDO, por certo ele quebraria qualquer uma com uma porrada só rsrsrs

Renato
Visitante

Brother, não precisa ser homem pra dar porrada em mulher. Tem muita mulher que já faz isso com outras sem dó, aliás as próprias mulheres deve se agredir muito mais do que um homem a uma melher! Ter um “pimpolho” não é um requisito pra que uma mulher saia na porrada com a outra.

Meme
Visitante

Renato voce sabe quando Bruninho seu ídolo aquele jaqueiro péssimo que só tá na seleção porque o pai dele manda na CBV, sabe qdo ele vai fazer a operação transexual e enfim casar com o Lucão seu grande amor, o macho da vida dela ? Você que é presidenta do fã clube do Bruninho sabe essa informação? Conta ai pra nois

Ru Paul Belissima
Visitante

Olha a Renata falando broderrrr kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk quem ve pensa que esse veado é maxoxo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk essa coca cola é fanta, enrustido sai do armario viado, se assume, verá que nao faz sentido ficar escrevendo merda na internet ofendendo atleta. Pra que isso cara?? Se joga bii

Tiffany
Visitante

“Quando ela era homem,…” foi ótimo. Ela nunca se sentiu homem. Melhor colocar, “Antes do processo de transição de gênero,..”.

Andre
Visitante

Parabéns a CBV e ao Melhor do Volei. o esporte é um meio muito eficaz para promover a inclusão, a dignidade humana e o bem estar no exercício da boa convivência, da vida inteligente e da superação.

Ricardo
Visitante

Belíssima e esclarecedora reportagem! Parabéns Melhor do Vôlei!

LlMm
Visitante

Go Tifany! Quero vê-la na seleção jogando o Mundial!!!

Willian Lopes
Visitante
Acho que por ser o primeiro caso é difícil. Deve haver mais estudo, para comprovar quanto tempo é necessário para que o processo da puberdade seja “revertido”, e como diz no texto estabelecer idade para que haja está transição. Para os times/seleções ainda acho que deve haver limite por time (1 por equipe, igual regra para naturalizados). Tifanny não deve ser crucificada. Ela é a pioneira por isto sempre vai ser bombardeada. Os órgãos competentes que liberaram FIVB e COI que devem criar regras e parâmetros melhores. Tifanny só está exercendo seu direto de mulher e de trabalhadora. Embora os… Ler mais »
luis lancelote
Visitante

cala a boca idiota, vai la mandar cv para a FIVB com esse seu conceito ridículo papo de buteco kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk analfabeto quando quer dar de tecnico de laboratorio é ph0d4 !!!!

Manjador
Visitante

é o outro fake do Aline Lmesquita aquele doido que entra sabado de madrugada na calada da noite falando com ele mesmo com varios fakes dizendo que não entra mais nesse site lixo porque foi desmascarado kkkkkkkkkkkkkkkkkkk todos os fakes dele estavam na mesma hora sabado de madrugada escrevendo no site,seeeeeeeeeeeeeiiiiii me engana que eu gosto golpista

Pedro
Visitante

Quantas jogadoras de 33 anos atacam com essa força e se deslocam com tanta habilidade? Todas as atletas citadas são jovens, estão no auge de suas carreiras. Gostaria de um exemplo de uma mulher que nessa idade tenha o desempenho da Tiffany

Willian Lopes
Visitante

Aguerro (na seleção Italiana), Gamova (na seleção Russa e no Dinamo), Piccinini (Itália), são alguns exemplos que nesta fase jogavam demais. Aguerro atacava igual homem palavras de José Roberto Guimarães

luis lancelote
Visitante

Com essa força? A Tandara ataca muito mais forte que a tiffany.
Com essa força ou mais forte ainda tem Carcases, Ting Zhu, Boskovic, Brakocevic, Mireya Luis, Aguero, Marcia Fu, Ana Moser, Wang Bebezão, Carvajal, Calderon, Hooker, Kosheleva, Egonu, Sarah Pavan, Olesia Rykhliuk, Brailin, Mammadova, Baladin, Rahimova, só pra citar algumas
Entende nada de volei coitado kkkkkkkkkkkkk e quer comentar. Tiffany fez operação, e toma hormonio feminino, ela é mulher, Acorda!

Ronaldo
Visitante

se fosse mulher, noa precisava tomar hormonio feminino..

camila
Visitante

Ela é mulher sim, coleta no exame de sangue os hormonios , e veja as formas físicas dela. É mais mulher que muitas que tem por ai. Você tem inveja dela e nao se conforma, como pode existir alguém que conseguiu tudo sendo que voce nao tem nada, não é mesmo amore? Se olha no espelho, voce se aceita? Tenho certeza que não.

Carlos
Visitante

ótimos exemplos. Faltaram algumas americanas e a Super Godina e a extraordinária Gamova! e a Brankika

Ronaldo
Visitante

Estamos falando de homem q decidiu que é mulher, nao de mulheres altas e fortes..Leian sobre Fallon Fox e quero ver voces toparem uma luta com “ela”

Marlene Mattos
Visitante

ronaldo, Renato, Alan, Pedro, etc etc, é tudo o mesmo viado invejoso com varios nomes,pode isso? Ele queria ser como a Tifanny, é daquelas bichas feias gordão velho que tem inveja das transexuais porque sao lindas, realizadas, ainda mais a Tiffany, que ganha rios de dinheiro fazendo aquilo que ama. Esse lixo com fakes Ronaldo Renato deve ter apanhado de travesti porque quis afrontar kkkkkkkkkkk bem feito, invejoso.

Ronaldo
Visitante

voce e o tal farejador sabem ler? Foram atras do que eu citei?
claro que não né?! Falam tanto em respeito e passam o dia aqui, ofendendo as pessoas..
Sugestão do dia: vão estudar!

Ru Paul Belissima
Visitante

Cala a boca bixa burro feio caluniador invejoso, coloca uma peruquinha de plastico e vai pra pista pra pegar um macho, sempre tem um desesperado que pega ate mesmo um gay feio como o senhor kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk inveja , ódio gera toxina no corpo cara, vai se tratar, voce vai morrer logo logo com tanto ódio no coraçãozinho solitario de pessoa amarga mal amada ninguem te pega tenho certeza . No fundo no fundo sabe que é a pura verdade.

camila
Visitante

E voce Ronaldo pelo visto nao sabe ler, nao leu a materia esclarecedora, e vem com esse papo furado, Vai estudar voce!

Farejador de golpista
Visitante

“Estamos falando”
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Muda aí pra
“Estou falando”

porque meu filho você é uma mesma pessoa com vários nomes diferentes ,a cha que todo mundo é idiota
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
ele quer parecer várias pessoas, o velho golpe dos fakes,

Quando sai reportagem do Bruneca ele vem com varios fakes elogiar o jaqueiro, assim como o pai do kjaqueiro aquele técnico louco babão que grita com mulher.

Zhu lacradora
Visitante

Acho a Tyfhany lindíssima. Pegaria fácil. Já cansei de pegar a rasic. Sou lésbica cis

Renato
Visitante

Se vai ter um campeonato lgbt nao vai sobrar jogadora,vao estar la carol gataz mary fabi Elizangela carol …fora as enrustidas ,e a Érika é mulher ou homem ou os dois?

Ribamar
Visitante

Parabens pela reportagem esclarecedora e bastante informativa!!!!

Esequias
Visitante

com todo respeito, não vejo importância nenhuma.

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