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Wednesday 21 August 2019
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Vôlei Nestlé apresenta sua equipe para temporada 2016/17 e anuncia novidades

Crédito: João Neto/Fotojump

Crédito: João Neto/Fotojump

 

O Vôlei Nestlé anunciou nesta terça-feira (14/06), em uma coletiva em São Paulo, as novidades de seu elenco para a temporada 2016/2017. Além das jogadoras consagradas e estrelas atuais como Camila Brait, Dani Lins, Tandara e Carol Albuquerque, o grupo teve mudanças importantes na composição e em seu formato. De olho no futuro e na nova geração do vôlei brasileiro, a equipe reforçou o DNA de seu projeto ao firmar parceria com o Programa Global “Nutrindo os Sonhos dos Jovens”, lançado pela Nestlé na Europa em 2013 e que chegou no Brasil no final de 2015, a de incentivar a capacitação de jovens talentos, propondo iniciativas e investimentos em projetos visando a qualificação e seu ingresso no mercado profissional.

 

A contribuição do “Nutrindo os Sonhos dos Jovens” para o Vôlei Nestlé se somará a todo o treinamento que já vem sendo realizado com sucesso ao longo dos anos. A Nestlé incentivará práticas e técnicas de liderança e capacitação para as jogadoras mais experientes, que serão as mentoras das jovens com protagonismo na quadra (futura geração) e também dos novos talentos que o projeto revelará. Entre as iniciativas que serão desenvolvidas pelo programa estão treinamento de coaching para as mentoras e atividades de aprimoramento técnico e reforço psicológico, além de orientação vocacional e capacitação profissional fora da quadra para a futura geração de atletas.

 

A equipe de Osasco dará sua contribuição oferecendo espaço em seu elenco para jovens atletas, algumas delas com histórico já vitorioso nas categorias de base da seleção brasileira. Cinco das onze já confirmadas representam o futuro da modalidade em nosso país e buscam afirmação em um clube grande. Bia, Saraelen, Paula Borgo, Gabi e Bruna Neri estão com menos de 24 anos e as quatro primeiras já possuem títulos mundiais em suas carreiras. Mais três atletas juvenis serão contratadas por meio e observações pelo país. O modelo de escolha ainda está sendo definido pela comissão técnica do Vôlei Nestlé.

 

Carol Albuquerque ajudará a formar a nova geração – Campeã olímpica em Pequim-2008, Carol Albuquerque está preparada para ser mentora das atletas da nova geração. “Acho legal essa iniciativa da Nestlé de mesclar jogadoras experientes com jovens promessas. Atletas novas são o futuro da modalidade e essa proposta é muito boa. Eu e a Dani Lins ajudaremos no que for preciso e daremos todo respaldo para essas jogadoras, tanto dentro quanto fora da quadra. Já passei por isso quando comecei minha carreira e tive o suporte de atletas consagradas que me ajudaram. Eu guardo isso até hoje e com muito carinho. Se puder deixar esse legado para as meninas e contribuir para desenvolvimento e crescimento delas vou ficar bastante feliz”, ressalta a levantadora.

 

Especialista no trabalho de formação de jogadoras, o técnico Luizomar será o responsável por conduzir esse processo dentro de quadra. Ele será auxiliado por Spencer Lee, que chega ao projeto com histórico de bons resultados no trabalho com jovens atletas, e por Jefferson Arosti, que trabalha com Luizomar nesta função há 17 anos.

 

Luizomar tem em seu currículo um tricampeonato mundial trabalhando com jovens. Ele ganhou a competição pela categoria Infanto-Juvenil, em 2005 e 2009, e pela Juvenil, em 2007. Passaram pelas mãos do treinador na etapa de formação jogadoras como Camila Brait, Tandara, Natália, Thaisa, Adenízia, entre outras. “Quando cheguei em Osasco, há dez anos, um dos pedidos que recebi era inserir jovens atletas na equipe. E aí chegaram Adenízia, Natália, Camila Brait e Tandara. Meninas que durante os primeiros anos assumiram responsabilidades e hoje estão entre as melhores do país. A Nestlé está tendo uma iniciativa maravilhosa de relacionar uma plataforma mundial com o esporte. O DNA do Vôlei Nestlé sempre foi a mescla de jovens com atletas consagradas. Acredito que as atletas experientes podem colaborar muito com Bia, Saraelen, Paula, Gabi, Bruna Neri e as outras meninas que serão inseridas no projeto durante a temporada. Elas podem ajudar a encurtar o caminho do sucesso para essas jovens talentosas do vôlei brasileiro”, afirma o treinador.

 

Contratado para ser assistente técnico de Luizomar, Spencer Lee foi treinador da seleção universitária e vem de dois bons trabalhos em equipes adultas, com resultados expressivos na Superliga, competição de maior relevância nacional. “A Nestlé é uma empresa visionária. Ela consegue perceber a importância de uma transformação e para refazer e recomeçar só por meio dos jovens. Tenho facilidade de trabalhar com jovens, pois venho das categorias de base. Fui técnico de todas as categorias até chegar ao adulto. Meu pai sempre dizia que trabalhar com jovens é uma maneira de se reciclar sempre. O jovem tem uma leitura da vida e do cotidiano diferente e sempre agrega alguma coisa. Acho muito boa essa mescla de jogadoras olímpicas e experientes com jovens atletas com ambição e grande potencial, haja visto que hoje temos três atletas na seleção brasileira de novos e campeãs mundiais pela seleção sub-23 (Gabi, Saraelen e Paula Borgo). A Nestlé acertou mais uma vez e espero que essa química dê certo”, destaca Spencer.

 

Para a temporada 2016/17, o Vôlei Nestlé manteve a levantadora Dani Lins, a líbero Camila Brait, a central Saraelen e a ponteira Gabi. Além das quatro remanescentes, o time de Osasco contratou a levantadora Carol Albuquerque, a oposta Paula Borgo, as ponteiras Tandara, Bruna Neri e Clarisse, e as centrais Bia e Natália Martins. Foram apresentadas nesta terça-feira oito das 11 atletas confirmadas, pois Camila Brait, Dani Lins e Tandara estão com a seleção brasileira que disputa o Grand Prix e se prepara para os Jogos Olímpicos Rio 2016. O clube ainda vai inserir em seu elenco três jovens jogadoras e uma atleta estrangeira.

 

A comissão técnica também passou por mudanças. O técnico Luizomar segue no comando da equipe e seus assistentes serão Spencer Lee e Jefferson Arosti. Além de Spencer, chegaram os preparadores físicos Rafael Rocamora e Marcelo Vitorino e o supervisor técnico Antônio Berardino dos Santos, o Dininho. O estatístico será Leonard Barbosa, que chegou ao grupo na metade da edição passada da Superliga, e o departamento médico será composto pelo doutor Tiago Fruges Ferreira, o fisioterapeuta Thiago Moreira e a nutricionista Lísia Kiehl.

 

Atletas do Vôlei Nestlé 2016/17

Dani Lins
Danielle Rodrigues Lins
Nascimento: 05/01/1985
Recife-PE
Altura: 1,83
Posição: Levantadora

Carol Albuquerque
Carolina Demartini Albuquerque
Nascimento: 25/07/1977
Porto Alegre-RS
Altura: 1,82
Posição: Levantadora

Camila Brait
Camila de Paula Brait
Nascimento: 28/10/1988
Frutal-MG
Altura: 1,70
Posição: Líbero

Tandara
Tandara Alves Caixeta
Nascimento: 30/10/1988
Brasília-DF
Altura: 1,84
Posição: Ponteira

Gabi
Gabriella Guimarães Souza
Nascimento: 14/12/1993
Niterói-RJ
Altura: 1,75
Posição: Ponteira

Saraelen
Saraelen Leandro Ferreira Lima
Nascimento: 16/04/1994
Goiânia-GO
Altura: 1,84
Posição: Central

Bia
Ana Beatriz Silva Correa
Nascimento: 07/02/1992
Sorocaba-SP
Altura: 1,88
Posição: Central

Paula
Ana Paula Borgo Bedani da Cruz
Nascimento: 20/10/1993
Bauru-SP
Altura: 1,87
Posição: Oposta

Nati Martins
Natália Martins
Nascimento: 11/12/1984
Lorena-SP
Altura: 1,86
Posição: Central

Clarisse
Clarisse Benício Peixoto
Nascimento: 01/03/1987
Fortaleza-CE
Altura: 1,81
Posição: Ponteira

Bruna Neri
Bruna Marques Neri
Nascimento: 15/11/1992
Brasília-DF
Altura: 1,79
Posição: Ponteira




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TITANIC 100 ANOS
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TITANIC 100 ANOS

Osasco tem time para, no máximo, ficar em terceiro lugar. Trata-se de um time em completa desvantagem em relação ao Praia e Rio de Janeiro pelo fato de não ter renovado com uma base. Manteve a principal responsável pela eliminação diante do Rio de janeiro que foi a Gabi. Agora, caros amigos o Osasco vem com essa preocupação de formar atletas para 2020. Quem? Gabi? Pobre seleção brasileira….se ao menos fosse levantadora quem nem uma Takeshita da vida seria brilhante….Não estamos crucificando a atleta, apenas reconhecemos seu esforço em jogar bem mas nas horas decisivas desaparece e não tem altura,… Ler mais »

Will Garcia
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Will Garcia

O time está para fechar com as americanas Harmotto e Kristin. Caso se concretize o time será competitivo. Caso não concretize acho que o time vai no máxima as semifinais. Ansioso para ver Paula e Saraelen de titular.

Carlos
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Carlos

Na reportagem diz: “O clube ainda vai inserir em seu elenco três jovens jogadoras e uma atleta estrangeira.”

Joao
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Joao

Pois é, fiquei preocupado com isso. A Harmotto faria uma diferença enorme, mas o time precisa mesmo de uma ponteira de passe e que nao comprometa no ataque. A Kristin não é essa ponteira, mas é melhor que as nacionais que estão sem clube. A Bia me parece estar completamente fora de forma, mas a dupla com a Saraelen pode dar certo e o Spencer conseguirá organizar o time. O Osasco vai deixar de ser um amontoado de estrelas sem coletivo e passará a ser um grupo, mas dificilmente conseguirá fazer frente com Rio e Praia.

Marco Freitas
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Marco Freitas

Deveriam ter aproveitado a Saori Kimura que estava no Brasil semana passada. A Saori é excelente passadora além de ser uma ótima atacante. 2* maior pontuadora do Mundial 2010, 3* maior pontuadora em Londres e destaque no ultimo pre olimpico mundial. A Saori e a Harmotto seria poder no meio e na ponta. Agora se for para trazer a Kristim é melhor trazer a Megan Hodge Easy. Ilusão de quem acha a Kristin boa passadora. Ela não é e a prova disso foi a Walewska (central) participando da linha de passe do Campinas na semifinal da superliga 2014. A Hodge… Ler mais »

Flavia
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Flavia

Camila Brait mais um ano sofrendo pq só ela pra salvar recepção mas não dá pra fazer milagre o que falta no Osasco é uma ponteira passadora pq levantadora….oposta….e meio de rede tá bem servido sem falar da libero que tem sorte de nao sofrer lesão mas ponteiras realmente tá difícil pior que são duas que faltam e Luizomar não faz mais um bom trabalho agora a esperança é o Spencer

JUNIOR VAZ
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JUNIOR VAZ

Se a GABIRU for titular, Osasco não ganha nada. Essa “jogadora” é de time como São Caetano, no máximo Pinheiro. Não merece vestir a camisa do Osasco. Ela entregou a superliga passada. Foi a mina de ouro do Rio de Janeiro, falhou na recepção e no ataque ela é nula. FORA GABIRU, pede pra cagar e sai.

Joao
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Joao

Rio e Praia farão a final. Osasco terá um campeonato a parte com os outros times pela terceira colocação. Osasco está se juntando a São Caetano, Minas, e tantos outros que deixaram de ser grandes e agora só cumprem tabela. A crise pode ser culpada pela falta de investimento no esporte, mas algumas coisa tem que mudar na gestão da CBV. No masculino, quem tem dinheiro nao pode jogar e quem pode jogar não tem dinheiro, quem paga o pato? Os atletas que ficam desempregados.

Douglas Bastos
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Douglas Bastos

O Nestlé vem com um bom time.. Com ótimas jogadoras principalmente com grande força no ataque.. Mais na recepção a única que tem pontecial pra isso é Camila brait..mais vamos esperar pra ver.. Quem sabe com a ajuda do spence como auxiliar técnico o time chegue a final de uma Superliga novamente.. Por que Luziomar não tem dado conta do recado!!!

Só Lamento Osasco
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Só Lamento Osasco

Com esse time, e com esse técnico não da nem pra ser vice.

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