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Thursday 19 September 2019
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Vôlei Nestlé oficializa mais uma contratação: “Agora, me sinto voltando para casa”

Crédito: João Pires/Fotojump

 

A pequena Mariana Andrade Costa deixou a segurança da casa dos pais, em Campina Grande, para perseguir um sonho. Reuniu toda a coragem dos seus 14 anos e desembarcou em Osasco para se tornar uma jogadora de vôlei. Começou na categoria infantil e, ainda juvenil, defendeu o time adulto em duas campanhas que resultaram na medalha de prata da Superliga nas temporadas 2005/06 e 2006/07. Dez anos depois, agora conhecida nacional e internacionalmente como Mari Paraíba, a ponteira está de volta à cidade onde tudo começou. Conforme o Mercado do Melhor do Vôlei havia adiantado, chega para reforçar o Vôlei Nestlé com a determinação de conquistar a medalha que lhe falta no Brasil. “Esse é meu maior objetivo. Vou dar o máximo para conquistar esse título para a equipe e para a torcida”.

 

O tamanho da emoção ao retornar ao ginásio José Liberatti pode ser dimensionada pela reação de Mari ao recordar os primeiros passos na carreira. “No começo é sempre um pouco difícil, até acostumar. Foi minha primeira vez fora de casa, mas eu tinha o sonho de me tornar atleta, até porque na Paraíba o incentivo era muito fraco e a gente precisava sair. Agora, me sinto voltando para casa. Estou muito feliz, afinal, foi aqui onde os sonhos começaram a virar realidade. Naquela idade eu sonhava, mas não imaginava estar onde estou hoje”, conta a jogadora, com voz embargada e se esforçando para conter as lágrimas. “Aqui sempre fui bem tratada, acolhida e muito bem trabalhada desde as categorias de base”, completa.

 

Mari chega para acrescentar variação no ataque e qualidade no passe do Vôlei Nestlé. E traz na bagagem a experiência internacional adquirida na recente passagem pelo Volero Zurich, com o qual conquistou a medalha de bronze do Mundial de Clubes, disputado em maio, no Japão. “Sempre desejei ter experiência internacional. E defender um ótimo clube, com grandes jogadoras, me permitiu absorver o máximo nos treinos e campeonatos fortes, como a Liga dos Campeões. Eu não era titular, mas sempre entrava bem em quadra e fazia a minha parte. Foi uma oportunidade incrível que me elevou a outro nível psicológico e emocional. Volto amadurecida como atleta e pessoa”, conta a ponteira de 1,80 metro de altura.

 

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D.C.JONES
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D.C.JONES

Acho ela muito esforçada e nitidamente evoluiu, mas não acho que vá segurar o passe do Osasco que mais um ano pena para acertar a linha de recepção.
Acho que a principal arma da Mari P. é o saque que está muito bom!

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