Foi com um capricho cruel dos deuses do voleibol e um 25-9 na parcial derradeira que o Concilig/Bauru falhou no intento de se classificar aos playoffs da Superliga feminina. Se, no primeiro turno, uma derrota para o Camponesa/Minas expôs o desgaste da relação entre treinador e jogadoras, e culminou com a demissão de Chico dos Santos do comando técnico da equipe, o novo revés contra as minastenistas, nesta sexta-feira, foi fatal para as pretensões bauruenses.
Com apenas duas vitórias desde aquela partida em dezembro, nem a chegada do técnico Marcos Kwiek foi suficiente erguer para o único time que venceu o Rexona-AdeS no campeonato. Bauru estacionou nos 20 pontos e na décima posição, e não alcança mais o Pjnheiros/Klar, oitavo colocado provisório.
O Minas, que disputa ponto a ponto o segundo lugar da competição, subiu para o terceiro lugar, com 46 pontos e 15 vitórias. O time está dois pontos abaixo do Dentil/Praia Clube, dois acima do Vôlei Nestlé, mas com um jogo a mais que as duas equipes, que ainda vão entrar em quadra por esta décima rodada do returno.
A vitória do Camponesa/Minas em casa foi por 3 a 0, com parciais de 25-20, 25-16, 25-9. A ponteira Mari Paraíba, com 12 pontos, empatou com a oposta Tandara como maior anotadora do Minas e da partida, e foi escolhida para ficar com troféu VivaVôlei. Bruna Honório, oposta de Bauru, foi a maior pontuadora entre as visitantes, com dez anotações. Em todos os fundamentos de pontuação, a vantagem do Minas foi flagrante: 11 a 4 no bloqueio, 40 a 27 no ataque e 7 a 0 em aces.
O Concilig/Vôlei Bauru se despede da temporada 2015-16 da Superliga diante do Sesi, no Ginásio Panela de Pressão, dia 4 de março. No mesmo dia, o Camponesa/Minas vai ao ABC Paulista enfrentar o São Bernardo, de olho no time de Uberlândia e no de Osasco.



