Crédito: Alexandre Loureiro/Inovafoto/CBV
Enquanto não chega a hora dos Jogos do Rio, a seleção feminina segue em preparação para a estreia no Grand Prix que acontecerá às 14h10 desta quinta-feira (09/06) contra a Itália, no Arena Carioca 1, no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro. A TV Globo transmitirá ao vivo.
Na equipe verde e amarela, a campeã olímpica Natália vive um grande momento. Para muitos, a atacante foi o principal destaque na campanha do Rexona-AdeS (RJ) que culminou com o 11º título da Superliga para a equipe carioca. A jogadora chegou motivada para a temporada com a seleção feminina depois de já ter sido um dos destaques do ano passado quando foi eleita a melhor ponteira da última edição do Grand Prix. Natália sabe da importância dos próximos meses na preparação para os Jogos Olímpicos e o Grand Prix é um ponto decisivo nessa reta final.
A ponteira comentou sobre a expectativa para o desempenho da seleção feminina na tradicional competição mundial. “O Grand Prix vai mostrar um pouco o que cada time apresentará nos Jogos Olímpicos. Vamos jogar nesse Grand Prix com o nosso melhor para ganhar e ao mesmo tempo testaremos o time para a principal competição do ano que é os Jogos Olímpicos”, afirmou Natália, que lembrou de um momento difícil vivido há quatro anos com duas delicadas cirurgias na canela.
“Nessa mesma época, há quatro anos, eu não sabia nem se ia jogar vôlei e não estava treinando. Lembro que foi a fase que eu mais chorei na vida. Me emociono agora porque não foi nada fácil. Me sentia impotente de não poder ajudar a equipe dentro de quadra, mas hoje fico feliz porque posso colaborar da melhor maneira possível”, garantiu Natália.
A campeã olímpica Natália vê o cenário mundial equilibrado e espera muita disputa nas principais competições da temporada. “Várias equipes podem brigar pelo título do Grand Prix e dos Jogos Olímpicos. Os Estados Unidos são sempre muito fortes, mas ainda tem China, Rússia, Sérvia, Japão e outras que vêm crescendo como a Holanda, a Itália e a Coréia do Sul. São as mesmas equipes que vêm brigando nos últimos anos pelas primeiras colocações. Acredito que tanto o Grand Prix quanto os Jogos Olímpicos serão muito disputados”, finalizou Natália.


