Oito das nove jogadoras com ranking de sete pontos estipulado pela Confederação Brasileira de Vôlei movem ação contra a entidade máxima do vôlei nacional. De acordo com matéria veiculada nesta quarta-feira pelo GloboEsporte.com, a levantadora Dani Lins, as centrais Thaisa e Fabiana, a oposta Sheilla e as ponteiras Gabi, Jaqueline, Natália e Fernanda Garay – todas defenderam a seleção brasileira nas Olimpíadas do Rio 2016 – buscam a via judicial para resolver o impasse. Tandara, que também assinou junto com as jogadoras uma carta de repúdio ao ranking, não ingressou no processo.
“A CBV não conversou conosco, não solucionou o caso e não fez nada além de publicar uma nota praticamente igual àquelas que publicam todos os anos quando a alguém protesta contra o ranking. É um absurdo ninguém fazer nada diante de tamanha ilegalidade”, disse Sheilla ao GE.com.
De acordo com o regulamento para a temporada 2017/18 da Superliga, cada time feminino pode contar com, até, duas jogadoras com sete pontos no ranking. A medida, que, na visão da CBV, torna o campeonato mais equilibrado, acaba por restringir o mercado para as atletas de pontuação mais elevada. “Agora está nas mãos do Poder Judiciário. Que seja feita justiça”, reforçou a bicampeã olímpica.



