Fabíola com Annah Vitória no treino do Vôlei Nestlé (João Pires/Fotojump)
Vida de atleta exige determinação, garra, força, entrega, paixão, entre outras qualidades. Vida de mãe esportista demanda as mesmas potencialidade, porém, elevadas ao quadrado. O Vôlei Nestlé sabe disso e valoriza a dedicação de suas ‘mães atletas’ e o esforço despendido para serem grandes profissionais em quadra e verdadeiras heroínas na criação dos filhos. Por isso, Fabíola, Carol Albuquerque e Camila Brait serão homenageadas antes da partida contra o Vôlei Bauru, sexta-feira (25), às 19h30, no José Liberatti, no primeiro compromisso do time de Osasco em casa.
A homenagem tem uma motivação a mais. Chamado de Agosto Dourado, o mês é dedicado à conscientização sobre a importância do aleitamento materno e Camila Brait mergulhou de cabeça nessa ação ao criar, nas redes sociais, a campanha Atletas Amamentam. A líbero do Vôlei Nestlé está grávida e, portanto, fora das atividades do time neste início de temporada. Contudo, conta com a apoio das companheiras, que gravaram vídeos para serem veiculados no Instagram (@atletasamamentam) e página do Facebook www.facebook.com/atletasamamentam), além de colocarem em suas redes sociais.
“Meu sonho sempre foi ser mãe. E quando engravidei, comecei a pesquisar tudo sobre maternidade. E descobri que amamentação ainda causa muitas dúvidas entre as mulheres e carece de mais informação. Por isso criei a campanha, com vídeos no Instagram e Facebook, com depoimentos de mães, atletas e profissionais da área de saúde. Contar com o apoio das meninas do vôlei, seja postando vídeos ou usando a #atletasamamentam, foi especial” afirma Camila, grávida de seis meses de uma menina que vai se chamar Alice.
Carol Albuquerque é mãe de Matheus, 13 anos, enquanto Fabíola tem duas meninas: Andressa, que completa 11 anos na próxima semana, e Annah Vitória, com um ano e dois meses. “Sou a favor do aleitamento materno. Tive duas experiências diferentes com minhas meninas. Com uma, tive pouco leite e precisei voltar cedo ao trabalho. Na segunda gestação consegui amamentar um pouco mais. Se eu pudesse, teria amamentado por dois anos. Até mais. Mas amamentei o quanto pude. Acho este ato de fundamental importância. Além da saúde do bebê, cria um elo entre a mãe e a criança”, afirma Fabíola.
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