Oposto está em sua segunda temporada no Brasil. (
Foto: Divulgação)
Por Júnior Barbosa
Uma fábrica de talentos. Assim podemos definir os EUA que, na atual temporada, já oficializou a transferência de 299 atletas masculinos e femininos para dezenas de países espalhados pelo mundo. O número impressiona e daria, com folga, para montar uma liga completa apenas com “os gringos”. No Brasil, o país será representado pela oposto Nicole Fawcett, do Dentil/Praia Clube. Até o momento, a confirmação de Destinee Hooker no Camponesa/Minas não foi divulgada pela confederação.
E o número poderá ser ainda maior, pois até o final do ano novas transferências poderão ser concretizadas no período conhecido como “winter months”. As norte-americanas atuarão em 32 país, com destaque para Alemanha (34 jogadoras), Inglaterra com 30, França com 25, Suíça com 20 e Itália com 14 ao todo. Já os homens estão presentes em 17 países.
As atletas mais conhecidas da torcida brasileira estão na liga italiana, como é o caso da Kimberlly Hill, que estava, que deixou o voleibol turco e fechou com o Conegliano. Outra transferência que foi bastante noticiada foi a da central Foluke Akinradewo. Ela deixou o Volero Zurich (Suíça) e aceitou o convite do Hisamitsu Springs (Japão). Já Jordan Larson permaneceu no Eczacibasi Vitra Istanbul, Turquia.
Uma curiosidade com a divulgação da lista é que foi “descoberto” o paradeiro da atacante Logan Tom, que foi campeã da Superliga 2012/2013 pelo então Unilever. Atualmente, ela está na desconhecida liga da Nova Zelândia, pela equipe Harbour Raiders Volleyball Club. A jogadora, que já foi considerada uma das mais completas jogadoras do mundo, talvez seja uma das que já defendeu a maior quantidade de clubes estrangeiros. Atualmente, ela está com 36 anos e tem quatro olimpíadas no currículo.



