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Friday 7 August 2020
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Acompanhe um resumo de como foi a grande final do Grand Prix neste domingo

Crédito: Divulgação/FIVB

Crédito: Divulgação/FIVB

 

O primeiro set  da grande final do Grand Prix começou equilibrado e os Estados Unidos foram para a primeira parada técnica com um de vantagem (8/7). Quando as norte-americanas fizeram 10/7, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. Os Estados Unidos se destacavam no saque e abriram cinco pontos (14/9). A equipe do treinador Karch Kiraly seguiu melhor, fez 19/14 e o técnico José Roberto Guimarães voltou a parar o jogo. Os Estados Unidos seguiram melhores e venceram o primeiro set por 25/18, com uma bola de cheque de um dos destaques do duelo, a central Akinradewo.

 

O treinador José Roberto Guimarães trocou as ponteiras no início da segunda parcial. Entrou Jaqueline e saiu Fê Garay. Bem no bloqueio, os Estados Unidos fizeram 7/5. As brasileiras cresceram de produção e viraram o marcador (8/7). Com um ace da central Thaisa, o time verde e amarelo fez 11/9. O Brasil foi para o segundo tempo técnico com três de vantagem (16/13). A ponteira Jaqueline se destacava e as brasileiras fizeram 17/14. O Brasil foi melhor na parte final da parcial e levou a melhor no segundo set por 25/17, após uma infração da oposto Murphy, que invadiu a área de ataque em uma bola pelo fundo.

 

O Brasil voltou para o terceiro set com Fernanda Garay em quadra. Os Estados Unidos voltaram melhores para o set e fizeram 6/4. O volume de jogo das brasileiras passou a dificultar o jogo das norte-americanas e a equipe verde e amarela fez quatro pontos seguidos (8/6). Quando o Brasil fez 14/11 foi a vez do técnico norte-americano, Karch Kiraly, pedir tempo. Mesmo com a paralisação, as brasileiras foram para o segundo tempo técnico com quatro de vantagem (16/12). O Brasil segurou uma reação dos Estados Unidos e venceu o terceiro set por 25/23, depois do treinador José Roberto Guimarães usar o recurso do desafio que apontou toque no bloqueio em um ataque da central Thaisa.

 

O Brasil começou melhor no quarto set e fez 8/7. Os Estados Unidos abriram dois pontos (10/8) e o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. O volume de jogo das brasileiras voltou a aparecer e o Brasil empatou (12/12). Numa bola rápida da central Thaisa, o time verde e amarelo abriu dois pontos (15/13). O final da parcial foi disputado ponto a ponto. O técnico brasileiro invertei sua rede, com a entrada de Gabi e Roberta, mas os Estados Unidos aproveitaram os erros do Brasil no final da parcial e venceram o quarto set por 25/22, através de um ataque da central Adams.

 

As brasileiras começaram melhores no tie-break e fizeram 5/3. Com um ponto de bloqueio, o time verde e amarelo abriu três pontos (8/5). Neste momento, o treinador norte-americano pediu tempo. O bloqueio das brasileiras incomodava as americanas e o Brasil aumentou a diferença no placar para cinco pontos (10/5). O Brasil segurou a diferença até o final e venceu o set por 15/9, em um ataque da central Fabiana, e o jogo por 3 sets a 2.

 

EQUIPES:

BRASIL – Dani Lins (4), Sheilla (14), Natália (12), Fê Garay (14), Thaisa (12) e Fabiana (18). Líbero – Léia
Entraram – Gabi (2), Roberta, Mari Paraíba e Jaqueline (6)
Técnico – José Roberto Guimarães

 

ESTADOS UNIDOS – Glass  (1), Murphy (7), Larson (9), Hill (17), Akinradewo (19) e Adams (15). Líbero – Banwarth
Entraram – Lloyd, Robinson e Lowe (2)
Técnico – Karch Kiraly




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Frederico
Frederico
11/07/2016 13:35

Resumão do GrandPrix: Saldo muito positivo, independente do título todas as jogadoras foram testadas sob pressão. Terminei muito mais otimista do que quando começou. – Brasil continua muito bem servido de centrais; – Se Dani jogar mal, estamos fud#$%$; – Estamos razoáveis de ponteiras. Natália já está confortável jogando na seleção. Falta só a gabizinha ser mais regular; – Léia titular forever; – Sheila cresceu muito, mas ainda precisamos demais de uma oposta de força; – Brasil e EUA disputando o ouro com China e Sérvia correndo por fora; – Rússia com esse técnico é difícil disputar medalha. Que venha… Ler mais »

Will
Will
10/07/2016 22:50

Camila Brait é o ponto fraco deste time.

E Zé Roberto se liga no recado: A Alisha Glass brasileira, CAMILA ADÃO, tá dando sopa aí! Tá em forma e vai acrescentar experiência e versatilidade a esse time se for convocada. Que haja comoção nas redes sociais pela convocação de CAMILA ADÃO, a Alisha Glass brasileira.

Jean
Jean
11/07/2016 08:32
Reply to  Will

Concordo que a Camila Adão seja uma boa levantadora, mas jamais, em hipótese alguma, enalteça as jogadoras americanas comparando as brasileiras com elas… É estúpido.
Nós temos várias jogadoras melhores que as do time americano que, quando estão em boa fase, MASSACRAM qualquer time.

José
José
11/07/2016 09:02
Reply to  Will

Acho que certos comentários deveriam ser bloqueados, porque do jeito que está a IMBECILIDADE impera.

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