Search
Sunday 27 September 2020
  • :
  • :

Acompanhe um resumo de como foi a grande final do Grand Prix neste domingo

Crédito: Divulgação/FIVB

Crédito: Divulgação/FIVB

 

O primeiro set  da grande final do Grand Prix começou equilibrado e os Estados Unidos foram para a primeira parada técnica com um de vantagem (8/7). Quando as norte-americanas fizeram 10/7, o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. Os Estados Unidos se destacavam no saque e abriram cinco pontos (14/9). A equipe do treinador Karch Kiraly seguiu melhor, fez 19/14 e o técnico José Roberto Guimarães voltou a parar o jogo. Os Estados Unidos seguiram melhores e venceram o primeiro set por 25/18, com uma bola de cheque de um dos destaques do duelo, a central Akinradewo.

 

O treinador José Roberto Guimarães trocou as ponteiras no início da segunda parcial. Entrou Jaqueline e saiu Fê Garay. Bem no bloqueio, os Estados Unidos fizeram 7/5. As brasileiras cresceram de produção e viraram o marcador (8/7). Com um ace da central Thaisa, o time verde e amarelo fez 11/9. O Brasil foi para o segundo tempo técnico com três de vantagem (16/13). A ponteira Jaqueline se destacava e as brasileiras fizeram 17/14. O Brasil foi melhor na parte final da parcial e levou a melhor no segundo set por 25/17, após uma infração da oposto Murphy, que invadiu a área de ataque em uma bola pelo fundo.

 

O Brasil voltou para o terceiro set com Fernanda Garay em quadra. Os Estados Unidos voltaram melhores para o set e fizeram 6/4. O volume de jogo das brasileiras passou a dificultar o jogo das norte-americanas e a equipe verde e amarela fez quatro pontos seguidos (8/6). Quando o Brasil fez 14/11 foi a vez do técnico norte-americano, Karch Kiraly, pedir tempo. Mesmo com a paralisação, as brasileiras foram para o segundo tempo técnico com quatro de vantagem (16/12). O Brasil segurou uma reação dos Estados Unidos e venceu o terceiro set por 25/23, depois do treinador José Roberto Guimarães usar o recurso do desafio que apontou toque no bloqueio em um ataque da central Thaisa.

 

O Brasil começou melhor no quarto set e fez 8/7. Os Estados Unidos abriram dois pontos (10/8) e o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. O volume de jogo das brasileiras voltou a aparecer e o Brasil empatou (12/12). Numa bola rápida da central Thaisa, o time verde e amarelo abriu dois pontos (15/13). O final da parcial foi disputado ponto a ponto. O técnico brasileiro invertei sua rede, com a entrada de Gabi e Roberta, mas os Estados Unidos aproveitaram os erros do Brasil no final da parcial e venceram o quarto set por 25/22, através de um ataque da central Adams.

 

As brasileiras começaram melhores no tie-break e fizeram 5/3. Com um ponto de bloqueio, o time verde e amarelo abriu três pontos (8/5). Neste momento, o treinador norte-americano pediu tempo. O bloqueio das brasileiras incomodava as americanas e o Brasil aumentou a diferença no placar para cinco pontos (10/5). O Brasil segurou a diferença até o final e venceu o set por 15/9, em um ataque da central Fabiana, e o jogo por 3 sets a 2.

 

EQUIPES:

BRASIL – Dani Lins (4), Sheilla (14), Natália (12), Fê Garay (14), Thaisa (12) e Fabiana (18). Líbero – Léia
Entraram – Gabi (2), Roberta, Mari Paraíba e Jaqueline (6)
Técnico – José Roberto Guimarães

 

ESTADOS UNIDOS – Glass  (1), Murphy (7), Larson (9), Hill (17), Akinradewo (19) e Adams (15). Líbero – Banwarth
Entraram – Lloyd, Robinson e Lowe (2)
Técnico – Karch Kiraly




Subscribe
Auto Notificar:
guest
4 Comentários
o mais novo
mais velho mais votado
Inline Feedbacks
View all comments
Frederico

Resumão do GrandPrix: Saldo muito positivo, independente do título todas as jogadoras foram testadas sob pressão. Terminei muito mais otimista do que quando começou. – Brasil continua muito bem servido de centrais; – Se Dani jogar mal, estamos fud#$%$; – Estamos razoáveis de ponteiras. Natália já está confortável jogando na seleção. Falta só a gabizinha ser mais regular; – Léia titular forever; – Sheila cresceu muito, mas ainda precisamos demais de uma oposta de força; – Brasil e EUA disputando o ouro com China e Sérvia correndo por fora; – Rússia com esse técnico é difícil disputar medalha. Que venha… Ler mais »

Will

Camila Brait é o ponto fraco deste time.

E Zé Roberto se liga no recado: A Alisha Glass brasileira, CAMILA ADÃO, tá dando sopa aí! Tá em forma e vai acrescentar experiência e versatilidade a esse time se for convocada. Que haja comoção nas redes sociais pela convocação de CAMILA ADÃO, a Alisha Glass brasileira.

Jean

Concordo que a Camila Adão seja uma boa levantadora, mas jamais, em hipótese alguma, enalteça as jogadoras americanas comparando as brasileiras com elas… É estúpido.
Nós temos várias jogadoras melhores que as do time americano que, quando estão em boa fase, MASSACRAM qualquer time.

José

Acho que certos comentários deveriam ser bloqueados, porque do jeito que está a IMBECILIDADE impera.

Translate »
213
0
Would love your thoughts, please comment.x
()
x