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Monday 26 October 2020
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Acordo para retorno à seleção de jogadoras de Cuba que atuam no exterior fica mais próximo

Foto: Divulgação

As péssimas campanhas de Cuba nas competições 2013 fizeram os dirigentes da ilha abrirem os olhos para a perda de jogadores de sua seleção para mercados fora do país. 

País com regime socialista, Cuba tem uma regra para atletas do vôlei que proíbem “desertores” de atuar na seleção e ainda solicita que o atleta fique dois anos sem jogar para poder liberar sua transferência para o exterior. Mas essa situação parece estar com os dias contados.

Apesar de ainda não ter sido oficializado, diversas fontes pelo mundo já dão conta que Cuba irá rever essa imposição. Após o Grand Prix, onde Cuba terminou na penúltima posição, dirigentes teriam viajado à Europa para encontrar as jogadoras do país, casos de Yumika Ruiz, Nancy Carrillo e Rosir Calderón para formatarem um acordo para a volta delas à seleção.

Ao site Volleyballwood, uma fonte cubana teria dito que os dirigentes foram à Europa convidar as jogadoras para retornar à seleção e que o mesmo só foi feito a jogadoras não-desertadas.

Em contra-partida, a fonte não disse o que as jogadoras pediram em troca ao dirigentes. Porém, o que se fala é que a volta delas à seleção, incluindo Herrera, do Praia Clube, e Ramirez, ex-Vôlei Amil, à seleção, pode ser apenas questão de tempo, mas precisamente, da convocação para a temporada 2014 sair, já que para Cuba, 2013 acabou.




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