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Tuesday 1 December 2020
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Amanda completa 25 e parte com tudo para a décima temporada pela Unilever

Foto: Fernando Soutello/adorofoto

A ponteira Amanda, que encara sua décima temporada consecutiva defendendo o time da Unilever, tem motivos de sobra para comemorar. Aos 25 anos, comemorados no último dia 16/08, a jogadora vive uma fase contínua de conquistas. Este ano, além do título na Superliga, o sexto de sua carreira pelo time carioca, Amanda foi medalha de prata na Universíade e formou-se em Administração de Empresas. Agora, além de planejar o início da pós-graduação em marketing e treinar firme para o início da nova temporada de clubes, já sonha em poder unir sua experiência de atleta com a de administradora.

Recentemente Amanda esteve com o ministro do esporte Aldo Rebelo em Brasília. Ela e duas outras atletas, Rochele Nunes, do judô, e Bárbara Barbosa, do futebol, foram contar um pouco da experiência que tiveram na Universíade de Kazan, na Rússia, em julho. Amanda também participou de outras duas edições do evento e tem a medalha de ouro, em 2011, na China.

“Quero, um dia, poder unir as minhas duas formações, de atleta e administradora. E, principalmente, poder ajudar no crescimento de outras modalidades, assim como os administradores do vôlei nos ajudaram. Hoje o vôlei tem um padrão sólido, mas sinto que outros esportes ainda podem evoluir”, diz a sempre articulada Amanda, que terá, em quadra, o desafio de buscar o inédito título mundial de clubes para a Unilever, em outubro, na Suíça. Na Superliga, quer, mais uma vez, ajudar a Unilever na briga pelo nono título de sua história.

Considerada o talismã do time de Bernardinho, Amanda tem um saque balanceado e costuma entrar nas partidas em momentos difíceis com o objetivo de quebrar a recepção do adversário e, de preferência, marcar pontos diretos para sua equipe. Sempre muito querida pelas companheiras, ela chegou à equipe em 2004, com apenas 16 anos, ainda estudante colegial. Ao lado da ponteira Régis, é a jogadora com mais tempo de “casa”.

“Hoje me sinto mais madura, ciente de minhas limitações e possibilidades. Em quadra, não tenho mais o deslumbramento de jogar com grandes campeãs. Sinceramente chego aos 25 anos com muito a agradecer pela minha carreira vitoriosa tanto na Unilever como nas seleções brasileiras de base”, lembra Amandinha, campeã mundial infanto (Macau/04) e juvenil (Tailândia/06).

Sobre o momento mais marcante de sua trajetória na Unilever, Amanda pensa alguns minutos e responde: “foi em 2006, na disputa da Salonpas Cup, em São Paulo, quando tinha 18 anos. Joguei como titular e, naquela competição, senti que estava fazendo a transição da categoria juvenil para a adulta. Ali percebi a minha responsabilidade como jogadora”, conta a pernambucana de Recife, criada em Natal, onde mora a sua família.




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