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Monday 17 February 2020
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Aos 30 anos, a promessa Sheilla se torna uma das referências da seleção feminina

Fotos: Divulgação

De campeã mundial juvenil em 2001 para bicampeã olímpica em 2012: a trajetória de Sheilla no vôlei

O primeiro dia do mês e Julho é uma data especial para os fãs do voleibol feminino. Exatamente nesse dia. A oposto do Sollys Nestlé e da Seleção feminina Sheilla completa 30 anos.

Desde a sua estreia na seleção, em 2002, na conturbada participação no mundial da Alemanha, quando a desistência das jogadoras mais experientes abriu espaço para promessas como ela, até hoje, Sheilla acumula diversos títulos e conquistas individuais na seleção e nos clubes.

Pela seleção, além de duas medalhas de ouro olímpicas, em Pequim 2008 e Londres 2012, a atacante coleciona uma medalha de ouro no Jogos Pan-Americanos de 2011, em Guadalajara, além de quatro títulos do Grand Prix. Individualmente, Sheilla foi eleita a melhor jogadora do Mundo em 2006, quando recebeu na época o apelido de “Fenômeno”.

Pelos clubes, a mineira de Belo Horizonte começou nas categorias de base do Mackenzie, passando depois por MRV Minas, onde foi campeã da Superliga, como reserva em 2002, Pesaro, da Itália, onde foi campeã Italiana em 2008, São Caetano Blausiegel, Unilever, quando voltou a vencer a Superliga, como titular, em 2011 e agora Sollys Nestlé.

Entre algumas passagens pessoais em sua carreira, Sheilla, casada há pouco mais de dois meses, coleciona um ensaio sensual para uma revista masculina. Porém, sempre muito reservada, a jogadora dificilmente aparece na mídia por assuntos extra-quadra.

Sheilla, hoje uma das referências da seleção feminina, se prepara com a seleção feminina em Saquarema, para a disputa do Grand Prix 2013.




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