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Friday 4 December 2020
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Aos 35, Carol avisa: “Voltei para ser campeã”

Nos últimos meses, a pergunta que todos os torcedores faziam era: “Onde está a Carol Albuquerque?”. Após alguns meses de descanso esportivo, nos quais dedicou atenção especial à família (principalmente ao filho pequeno, Matheus) e aos negócios (Carol montou duas lojas durante sua carreira), a campeã Olímpica resolveu definitivamente voltar às quadras e com o Sesi-SP, como antecipou com exclusividade o mercado Melhor do Vôlei, e foi apresentada oficialmente na última terça.

A levantadora, com passagens por Pinheiros, Macaé e Sollys – seu último clube antes do retiro completa nesta quarta-feira (24/07) 35 anos e se mostra bastante empolgada com a nova fase no Sesi-SP.

“Estou muito feliz com essa oportunidade e voltando com a energia renovada. O projeto do Sesi-SP é maravilhoso e esse ano vamos brigar pelo título. Estava sentindo saudades do vôlei e voltei para ser campeã”, garantiu.

Segundo Carol, o contato do Sesi-SP surgiu durante sua curta temporada na Espanha, onde defendeu o Murcia. Conforme a atleta, sua ida ao clube ibérico se deu mais pela questão da pontuação do que por outro motivo: a estratégia adotada foi de, jogando algumas partidas no exterior, poder ser tratada para a temporada 2012/2013 como repatriada, valendo 0 pontos no raking.

“Fui para Espanha por causa da pontuação, já que sem isso, pelo meu ranking na CBV, não teria condições de jogar em um time de ponta. Quando minha empresária falou do Sesi-SP e conheci o projeto e as pessoas neles envolvidas, como o Talmo, um cara íntegro e que não é de sacanagem, fiquei motivada em vir para o time”, ressaltou.

Uma das maiores referência da equipe, Carol reconhece o quanto será importante a sua figura para o projeto. “Será uma experiência bacana trabalhar com crianças e servir de exemplo. Sou mãe, sei como que é educar um filho e acho que será muito legal para mim e para eles esse contato aqui no Sesi”.

Seleção brasileira


Às vésperas da Olímpiada, Carol também comentou sobre a participação das equipes do Brasil, em especial a feminina. “Vai ser mais difícil acompanhar de fora para quem já esteve lá, mas acredito que temos um bom time com chances em ambos”.

Reserva da intocável Fofão na conquista da medalha de ouro em Pequim-2008, a atleta não mostrou a mesma confiança quando o assunto foi a levantadora de 2012. “Até agora o (Roberto) não acertou a levantadora que ele queria. A gente espera que nas Olímpiadas, onde acredito que ele fará um revezamento entre a Dani e a Fernandinha, dê tudo certo e que vá engrenando a cada jogo, pois é assim que funciona. Foi uma surpresa o corte da Fabíola, mas espero que dê tudo certo”.

Foto da capa: João Pires/ZDL
Foto da matéria: Luis Ventura/Melhor do Vôlei




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