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Sunday 20 September 2020
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Após dois jogos, apenas Adenízia aparece entre as melhores nas estatísticas da Copa dos Campeões

Foto: FIVB

Cada time já fez dois jogos e com a pausa de um dia na Copa dos Campeões, já é possível fazer um balanço sobre a competição. Como de praxe, as estatísticas da FIVB dão um indicativo de quem tá indo bem e que tá indo mal no torneio, apesar de algumas pontualidades.

A primeira delas, envolve o Brasil. Líder e único com 100%, o time tem apenas uma entre as líderes das estatísticas. Um dos motivos foi a mudança na escalação das titulares, de um jogo para o outro feita pelo técnico José Roberto Guimarães.

A segunda explicação vem do fato, do Brasil, por ter vencido seus jogos por 3 a 0, ter tido menos tempo em quadra que os outros times para poder “melhorar” suas estatísticas.

Adenízia é a única brasileira no topo. Com seis pontos de bloqueios feitos, mas com um aproveitamento de acertos grande, a jogadora vem a frente no ranking, que trás as russas Dianskaya e Morozova logo atrás.

Nos demais, as brasileiras raramente aparecem entre as três melhores. As maiores pontuadoras são Ishii, do Japão, com 41, De La Cruz, da Rep. Dominicana com 37 e Kelly Murphy, dos EUA, com 34. A melhor brasileira, Adenizia, com 21, aparece apenas em 11º

No aproveitamento de ataque, quem puxa a fila é a tailandesa Onuma Sittirak, com 45,31%. Pelo Brasil, a melhor é Natália, na 12º posição com 29,17%.

No saque, a japonesa Riho Otake, com cinco aces lidera. Sheilla, a melhor brasileira, é a quinta com dois aces. Na defesa, o revesamento de Fabi e Camila Brait afastaram-as da liderança. A líbero Kayla Banwarth, dos EUA, é a melhor defensora, enquanto Branda Castillo, da Rep. Dominicana, é a melhor na recepção. Em ambas o o brasil aparece com jogadoras não especialistas com as melhores. Sheilla, em quinto na defesa, e Natália em sexto na recepção.

Por fim, entre as levantadoras, por ter jogado quase sempre (saindo apenas no final do segundo jogo e na metade do primeiro por alguns pontos), Fabíola aparece entre as três primeiras, logo atrás de Nakamichi, do Japão, e da líder e sempre contestada pela torcida brasileira, a americana Alisha Glass.

Restam três jogos e a torcida é para que além do título, o Brasil melhore nas estatísticas para também levar prêmios individuais.




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