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Wednesday 25 November 2020
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Atual campeão na categoria, equipe brasileira vai à Eslovênia com equipe experiente na Superliga

Drussyla foi campeã sub-23 em 2015
(Bruno Miani/Inovafoto/CBV)

Em pouco mais de uma semana começa a disputa do Campeonato Mundial sub-23 feminino de voleibol. A competição, criada em 2013, chega à terceira edição e terá Liubliana, capital da Eslovênia, como sede. Serão 12 equipes divididas em dois grupos de seis que jogarão entre si. O Brasil é o atual campeão, quando levantou o caneco na Turquia, em 2015.

 

O técnico do time brasileiro, Wagner Copini, o Wagão, já tem o grupo fechado para o evento que acontecerá entre os dias 9 e 17 de setembro. Entre as 12 convocadas algumas das meninas já tiveram a oportunidade de subir ao pódio com a camisa verde e amarela. A ponteira Drussyla, capitã da seleção, foi vice-campeã sub-20 e campeão sub-23 em 2015, além de ter sido parte do grupo que conquistou o Grand Prix nesta temporada.

 

Outras medalhistas em mundiais são a oposta Lorenne, a ponteira Gabi Cândido e a levantadora Lyara. Completam o grupo a levantadora Bruna Costa, as ponteiras Maira e Talia, a oposta Edinara, as centrais Mayany, Ingrid e Lays, e a líbero Natália Araújo.

 

“É muito importante a participação delas, principalmente a Drussyla que jogou mais naquela edição. A experiência que elas adquiriram é muito importante, como também jogaram uma final de mundial sub-20. O crescimento delas durante última Superliga também foi grande, a Drussyla foi protagonista no time do Rio de Janeiro, e a Lorenne foi protagonista no Sesi-SP, isso vai somar muito à qualidade técnica e poder de decisão da equipe. Elas e o grupo todo têm muita consciência de jogar e se portar como uma equipe. Isso vai nos ajudar muito nos momentos decisivos esta disponibilidade”, avaliou o técnico Wagão.

 

Com bom potencial físico, a média de altura do time é de 1,81m, o Brasil terá pela frente algumas escolas tradicionais do voleibol mundial na primeira fase, onde está no grupo B ao lado de Quênia, Turquia, Cuba, Japão e Bulgária. A competição terá os mesmos testes realizados na versão masculina com as partidas disputadas em melhor de sete sets de quinze pontos. A estreia brasileira será no dia 9 de setembro contra as quenianas, às 9h (horário de Brasília).




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Dudinha

O principal problemas centraia baixas, firmeza no passe nenhum e torcer pra um resultado bom pois o conjunto vai longe n

berserk

porra agente deve jogadoras altas esse ano no masculino e feminino não ganhou nada e agora vai culpa quem ?

ALINE

Concordo contigo BERSEK!!! Nossas seleções de base em 2017, principalmente as SUB18, optaram pela ALTURA DOS ATLETAS e os resultados foram os PIORES POSSÍVEIS, o BRASIL chegou, inclusive, a ser eliminado pelas meninas da ARGENTINA, que eram muito mais técnicas… Se somente ALTURA resolvesse o problema do vôlei era para o time de GIGANTES da REP.DOMINICANA já ter ganhado umas DEZ OLIMPÍADAS, mas o fato é que as MAMUTES da REP.DOMINICANA até hoje não ganharam nem um GRAND PRIX sequer. A REP.DOMINICANA é o melhor exemplo que somente ALTURA e FORÇA BRUTA não leva a lugar nenhum, pois o time… Ler mais »

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