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Saturday 19 September 2020
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Banco do Brasil e CBV discutem retomada do patrocínio

Jogadores usaram nariz de palhaço em vários jogos da Superliga para protestar contra corrupção (Divulgação/Canoas)

Jogadores usaram nariz de palhaço em vários jogos da Superliga para protestar contra corrupção (Divulgação/Canoas)

Prestes a completar um mês, a suspensão do patrocínio do Banco do Brasil à CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) deve ser revogada nos próximos dias. Através de comunicado oficial, o banco informou que está analisando as garantias dadas pela entidade para fazer um aditivo no contrato válido até 2017, voltando assim a fazer o pagamento que permite boa parte da modalidade funcionar no país.

O pausa no repasse ocorreu em 11 de dezembro, após a Controladoria Geral da União (CGU) apontar diversas irregularidades e desvios de verba na gestão da CBV nos últimos anos. Os problemas estão concentrados na gestão de Ary Graça, atualmente presidente da FIVB (Federação Internacional de Vôlei), e abrangem cerca de R$ 30 milhões.

“O Banco do Brasil recebeu comunicado da CBV com a confirmação de que todas as recomendações apontadas pela CGU e outras medidas solicitadas pelo BB serão implementadas pela Confederação. As ações acordadas, e seus prazos de implantação, deverão constar em aditivo ao contrato de patrocínio, atualmente em elaboração pelos serviços jurídicos do Banco do Brasil e da CBV. O BB retomará o fluxo normal de pagamentos somente após a assinatura do aditivo”, comunicou o banco, através de nota oficial.

Não há uma previsão de quando esse aditivo estará pronto, mas a expectativa é que seja o mais rápido possível. Assim que isso for feito, o banco pagará retroativamente o dinheiro correspondente a dezembro de 2014.

O contrato da CBV com o Banco do Brasil tem validade até 2017 e está no valor de R$ 350 milhões.




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