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Wednesday 21 October 2020
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Bauru aposta no saque forçado para o duelo contra o Rexona

Crédito: Marina Beppu

Crédito: Marina Beppu

 

Passada a ansiedade pela estreia na Superliga, as meninas do Concilig Vôlei Bauru tem mais uma pedreira pela frente na principal competição de vôlei do Brasil. O próximo adversário é o Rexona Ades (RJ), atual tricampeão da Superliga, nesta terça-feira (17/11), às 19h30, no ginásio Panela de Pressão, em Bauru. A partida terá transmissão lance a lance pelo globoesporte.com/tvtem.

 

As duas equipes vão disputar o segundo jogo no nacional e vêm de resultados opostos na primeira rodada. O Concilig Vôlei Bauru estreou com derrota, em casa, para o Vôlei Nestlé/Osasco por 3×0 (25×18, 25×21 e 25×23), enquanto o Rexona derrotou Valinhos por 3×0 (25×15, 25×11 e 25×11), no Rio de Janeiro. Com esses resultados, a equipe carioca ocupa a segunda posição na classificação geral e Bauru a décima colocação.

 

Essa será a primeira vez que as duas equipes se enfrentam em uma competição oficial, já que o Concilig Vôlei Bauru estreia na Superliga. Para o técnico Chico dos Santos, isso não será problema, pois as equipes se estudam muito antes dos jogos. “Creio que isso não interfira muito no jogo não, pois estudamos muito o adversário antes das partidas. As jogadoras também são profissionais e buscam conhecer ao máximo a equipe que vamos enfrentar. Com certeza o Rexona também nos estudou bastante e, apesar de nunca ter nos enfrentado, conhece bem nossas atletas e nossa maneira de jogar”, explica Chico.

 

Além de estudar o adversário, Chico aproveitou o curto intervalo entre um jogo e outro para corrigir o que não funcionou tão bem contra o Osasco. “Nós procuramos aproveitar bem o pouco tempo que temos entre as partidas. Demos folga para a equipe no sábado e já voltamos a treinar no domingo. São apenas dois dias para colocarmos em prática tudo que pensamos para enfrentar a equipe considerada a melhor do país. Treinamos muito nosso bloqueio e defesa, que não foram bem contra Osasco, para tentar surpreender o Rexona.”

 

“O tempo de treinamento entre uma partida e outra é curto para todas as equipes, não podemos ficar lamentando isso ou o que não deu certo no jogo passado. Temos, sim, que saber aproveitar o tempo para treinarmos bem e buscar melhorar para o próximo jogo. Nossa recepção não foi boa contra o Osasco e o Chico trabalhou esse fundamento para termos um aproveitamento melhoro diante do Rexona. Estudamos bem a equipe delas e temos certeza que faremos um bom jogo nesta terça-feira”, afirma a ponteira Mari Cassemiro.

 

O ADVERSÁRIO

Atual tricampeão da Superliga, o Rexona Ades (RJ) busca a décima-primeira conquista no nacional. Com um elenco estrelado dentro e fora da quadra, a equipe carioca é uma das favoritas ao título da temporada 2015/16.

 

Comandado pelo técnico campeão olímpico e mundial, Bernardinho, que também dirige a seleção brasileira masculina, o Rexona conta com jogadoras experientes como a líbero Fabi (ouro em Pequim 2008 e Londres 2012), a ponteira Natália (ouro em Londres 2012), a levantadora norte-americana Courtney Thompson (prata em Londres 2012), além de outras atletas que frequentemente são convocadas para defender o Brasil, como a ponteira Gabi, a levantadora Roberta, a oposta Monique Pavão e a central Carol.

 

Para Chico dos Santos, vários são os fatores que tornam o Rexona a equipe mais forte do país, mas existem pontos frágeis do adversários que podem ser explorados. “Elas possuem um saque muito forte, todas sacam bem, o que dificulta o passe da equipe adversária. O ataque, que já era rápido, ficou ainda mais ágil com a chegada dessa levantadora americana, é muito difícil marcar as bolas dela. Temos que forçar o nosso saque para dificultar a recepção, que costuma ser o ponto mais vulnerável da equipe.”

 

Mari Cassemiro destaca a força do conjunto da equipe carioca. “Eles não têm uma jogadora que se destaca muito das outras, o elenco todo é muito forte, muito equilibrado. Todas sacam, atacam e defendem bem na equipe, até porque é uma base que joga junto há algum tempo e isso faz muita diferença. Temos que forçar o nosso saque desde o início para buscarmos pontos no bloqueio, se jogarmos assim podemos conseguir um bom resultado.”




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