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Friday 4 December 2020
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BMG/Montes Claros vence o Olympico/MartMinas no Mineiro

 25/10/11 – Na noite desta terça-feira, 25, o BMG/Montes Claros venceu o Olympico/MartMinas em partida decidida no tie break. Com parciais de 25-21, 22-25, 25-23, 23-25 e 15-10, o Pequi Atômico garantiu seu quinto triunfo no Campeonato Mineiro e segue na liderança da competição com 14 pontos. Já o Tricolor da Serra soma cinco pontos no torneio e se mantém na zona de classificação para as semifinais.


 
O próximo compromisso do Pequi Atômico será contra o Sada/Cruzeiro, no dia 4 de novembro, dentro de casa. O time celeste está invicto no torneio e vai em busca de sua quarta vitória seguida. O Tricolor volta a jogar no domingo, 30, contra a UFJF, também em casa. A equipe juizforana ainda não venceu na competição.
 
O confronto começou com o BMG/Montes Claros forçando o saque para dificultar a recepção e, consequentemente, os ataques tricolor. A estratégia deu certo: o bloqueio, liderado por Alberto, impedia que os visitantes marcassem. Com isso, nos contra ataques, o levantador Rívoli conseguia distribuir as jogadas ofensivas e, com ataques eficientes do ponta Léo Caldeira, os donos da casa fecharam o primeiro set.

Para reverter a situação, o Olympico/MartMinas voltou para a segunda etapa errando menos. Nos bloqueios, principalmente com Iallisson, que anotou três pontos seguidos no fundamento, o Tricolor da Serra parava os ataques dos donos da casa. O Pequi Atômico tentava equilibrar o duelo e o treinador Manu Arnaut colocou o levantador Rafinha, no lugar de Rívoli. A equipe cresceu, mas não foi o suficiente para parar os bons ataques do ponteiro Carlão, do tricolor, que empatou a partida.
O terceiro set foi marcado pelo equilibrio. As equipes se alternavam no placar, o que tornou a partida mais acirrada e disputada. Os visitantes conseguiram abrir dois pontos de vantagem, com bons ataques de Marcos, mas, empurrado pela sua torcida, o Montes Claros conseguiu a virada com boa atuação do central Alberto. O Olympico sentiu a reação do Pequi Atômico e não conseguiu segurar o bom momento montes-clarense que desempatou a partida: 2 sets a 1. 

À fim de levar a partida para o tie break, o Olympico começou impondo seu ritmo. Com bons bloqueios de Juliano Bendini, o time belorizontino chegou a abrir vantagem de cinco pontos. O treinador do Pequi Atômico, Manu Arnaut, chegou a pedir dois tempos para tentar fazer sua equipe equilibrar o duelo e conseguiu: seu time empatou a partida com boa distribuição do levantador Rafinha. Mas, mesmo assim, o Tricolor da Serra, em mais uma ótima atuação do ponta Marcos, fechou o período na frente, levando a disputa para o set desempate.

O tie break foi marcado pelo equilibrio, assim como toda a partida. As equipes disputavam ponto a ponto e vibravam muito a cada anotação. O set foi decidido nos detalhes: Alberto, central do Montes Claros, fez três pontos seguidos de bloqueio, o que fez a diferença. A equipe abriu vantagem e administrou, fechando a partida em 3 sets a 2. 

Para Manu Arnaut, treinador do Pequi Atômico, a equipe oscilou muito, mas mostrou evolução. “Jogamos bem, mas erramos muito. Saques, recepção e algumas viradas de bola que decidem um set. Mas é um trabalho que ainda está em evolução e mostramos muita garra. No Mineiro, não tem equipe boba. São equipes de alto nível e não podemos vacilar”, disse Manu.

Rafinha, levantador do BMG/Montes Claros, que entrou no decorrer da partida, credita a vitória ao bom plantel. “Nosso time é assim: quem vem do banco, tem que manter o mesmo nível técnico dos que estão em quadra”, conta o levantador, que pede menos erros nas próximas partidas. “Erramos muito no saque. É um fundamento que quando acertamos, não damos chance ao adversário. Hoje, foram muitos erros, mas vamos trabalhar para melhorar na próxima partida”, finaliza o camisa 3.

O treinador do Olympico/MartMinas, André Donegá, acredita que a equipe demorou a entrar na partida, e isso causou problemas. “Não treinamos no ginásio Tancredo Neves e isso causa uma certa demora para adaptação. Demoramos para pegar um ritmo, mas, quando entramos na partida, demos trabalho e quase vencemos. Perdemos nos detalhes”, conta o treinador.

O oposto tricolor, Caio, concorda com seu comandante. “Não treinamos no ginásio e tivemos muita dificultadade de adaptação. Conseguimos fazer um bom jogo e, nesse tie break, perdemos. Há um desgaste muito grande por conta dessas partidas longas, mas vamos continuar o trabalho e tentar a classificação”, conta o oposto.
 



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