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Wednesday 3 June 2020
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Brasil 30 vezes

Crédito: CBV/twitter

Crédito: CBV/twitter

A hegemonia brasileira nos Sul-Americanos masculinos é tamanha, que bem se poderia chamá-la de monopólio. Desde a primeira edição do torneio, em 1951, o Brasil venceu todas os campeonatos continentais de que participou – o título em 1964 ficou com a Argentina, mas não teve participação brasileira –, com o bônus inefável de jamais haver perdido uma partida, sequer.

 

Neste domingo, em Maceió, a Seleção Brasileira masculina venceu a Argentina por 3 sets a 0 (25-16, 25-19, 25-16) e levantou o troféu do vôlei disputado nesta porção de América pela 30ª vez na história. Um título aguado pela (correta) opção dos rivais em priorizar o pré-olímpico, que será disputo na semana que vem, em Caracas, mas pressionado pela obrigação de dois retrospectos: o favorável, em sul-americanos, e o desfavorável, pelo quinto lugar na Liga deste ano.

 

“A temporada tinha que encerrar com um título. A gente fez uma Liga Mundial na qual não obteve o resultado que queria”, recordou Serginho. “A gente tinha que encarar (o Sul-Americano) da melhor forma possível, porque, se a gente ganha, não faz mais que a obrigação, mas, se a gente perdesse, ia ser apedrejado”, completou, sorrindo, o líbero da seleção em entrevista ao SporTV.

 

O Brasil entrou em quadra coo Bruno, Evandro, Lucarelli, lucas Lóh, Lucão, Isac e Serginho. Em comparação com o time que disputou as finais da Liga Mundial deste ano, apenas Lucas Lóh no lugar de Murilo. A Argentina tinha um time B, sem não tinha os atletas que levaram a seleção de seu país ao quinto posto da Copa do Mundo, exceção do oposto Federico Martina.

 

“Nós nos preparamos para um jogo difícil? A escola argentina é muito tradicional. Seja lá o time que tenha, sejam os jogadores da seleção B, é um time chato. São jogadores que têm qualidade técnica, que defendem… mas que hoje sentiram um pouco a pressão, erraram saques, como não erraram nos outros jogos, mas nós fizemos a nossa parte”, disse o levantador Bruno, também em entrevista àquela emissora.

 

A seleção ainda teve três jogadores premiados. Isac foi o melhor central da competição, Evandro, o melhor oposto, e Serginho ganhou o prêmio de MVP.

 

A medalha de bronze do sul-americano ficou com a Colômbia, que passou pela Venezuela por 3 a 0 (25-21, 27-25, 25-21).




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Fora Bruno
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Fora Bruno

Bruninho ta cada vez pior. Incrível como o cara não progride….

Aline
Visitante
Aline

Nossa,como da gosto ver SERGINHO jogar,o cara e um FENOMENO!!!SUPER-CRAQUE de bola!!!MVP INCONTESTAVEL!!!Parabens a todos,ao Bernardinho e aos jogadores pela excelente partida!!!

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