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Tuesday 27 October 2020
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Brasil abre finais do Grand Prix com susto e virada

Crédito: Divulgação/FIVB

Crédito: Divulgação/FIVB

 

Se o Brasil joga o hexagonal decisivo do Grand Prix, em Omaha (EUA), com apenas uma titular das últimas olimpíadas e do mundial passado (a levantadora Dani Lins), a China tentou percorrer o mesmo caminho das norte-americanas no título de 2012 – jogar a fase inicial com o time titular e as finais com um time misto –, mas não se deu bem na estreia.

 

Por 3 sets a 1, o Brasil bateu, nesta quarta-feira, um desfigurado time chinês – que, se preparando em casa para a Copa do Mundo, sequer, tinha a treinadora Lang Ping no banco – com parciais de 23-25, 25-20, 25-16, 25-14.

 

Como tem sido costumeiro no Grand Prix, o Brasil dominou o jogo no bloqueio, com 14 pontos no fundamento contra seis do time rival. Juciely, com sete pontos de bloqueio e dez no ataque, foi a maior anotadora da partida, com 17 pontos. O saque brasileiro também se destacou, produzindo 11 pontos diretos (quatro só com Dani Lins) contra três das asiáticas.

 

Amanhã, às 17h10, pelo horário de Brasília, o Brasil enfrenta a Rússia, pela segunda rodada do hexagonal do Grand Prix. A Rússia estreou nesta quarta-feira contra a Itália, com vitória por 3 a 0 (26-24, 28-26, 25-19). Ainda hoje, às 22h10, EUA e Japão se enfrentam, fechando a primeira rodada do torneio.




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Ralph Andrade

Apesar da vitória, eu achei essa partida deprimente. Quase ninguém no ginásio, dava pra ouvir as vozes das jogadoras, sem contar que perdemos um set para uma China totalmente modificada. Esse é o tipo de jogo que não aprendemos nada, apenas ensinamos ao adversário.

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