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Monday 30 November 2020
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Cascavel/São José/Caio busca a segunda vitória na Superliga B

Foto: Divulgação

Um jogo crucial para as pretensões da equipe de voleibol feminino de Cascavel/São José/Caio na Superliga Série B. Se conquistar a segunda vitória na competição, o time que representa o Estado do Paraná e o sul do país na competição ficará uma condição confortável e poderá alavancar a classificação para as semifinais. Mas isso só será possível com o auxílio da torcida, como ocorreu no jogo de estreia contra Bauru (SP), na vitória por 3 sets a 2.

Cascavel/São José/Caio enfrenta a AABB, de Brasília (DF), neste sábado (08/02), às 19h30, no ginásio Sérgio Mauro Festugatto. A entrada será um quilo de alimento não perecível, com direito a um cupom para sorteio de brindes no decorrer do jogo.

Esta será a segunda partida das paranaenses na competição. Cascavel tem dois pontos na classificação da Superliga B. Já o time de Brasília foi derrotado em seus dois primeiros jogos. A terceira rodada tem ainda o confronto entre os paulistas, os líderes Bauru e São José dos Campos. O jogo acontece neste domingo (09/02), às 16 horas.

A comissão técnica de Cascavel/São José/Caio, formada pelo técnico Fernando Bonatto e pelos assistentes Luciano Ferreira e Alexsandro Paiva, tomou como base o primeiro jogo na Superliga B para a preparação para o duelo contra a AABB. “Eu queria valorizar o nosso trabalho de volume de jogo, que foi muito importante contra Bauru. Com isso, conseguimos minimizar o nosso problema de recepção”, disse Bonatto. Ferreira apontou a deficiência da equipe. “Com base nos números da primeira partida, pedimos as jogadoras um pouco mais de atenção no nosso passe”, disse.

“Contra Brasília, eu acredito que seja uma equipe mais baixa, mas que deve defender muito. Por isso, não devemos mudar a nossa característica de jogo”, completou o treinador.

A levantadora e capitã da equipe, Patrícia, também enalteceu o volume de jogo. “O que conseguimos fazer foi jogar no volume e precisamos repetir isso contra a AABB. Mas o contexto do grupo está muito bom, a sintonia entre as jogadoras e a comissão técnica, as atletas estão jogando umas pelas outras com o mesmo objetivo. E contra Bauru, contamos com o apoio da torcida, que foi um jogador a mais. A gente olhava a quantidade de gente que veio nos assistir e pensávamos: não vamos esmorecer”, disse ela.

Segundo Patrícia, é cedo para traçar um panorama dos adversários. “A responsabilidade é nossa, temos que pensar na nossa equipe. Até porque, antes do final do primeiro turno, quando todos tiverem se enfrentado, é difícil ter um parâmetro”, comentou.

E a capitã fez um pedido para suas companheiras para triunfar diante da AABB. “Temos que jogar no volume e na agressividade. Quando fomos agressivos (contra Bauru) conseguimos jogar com mais eficiência”, disse.




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