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Monday 28 September 2020
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CBV e clubes definem mudanças para temporada 14/15

Eugenio Vieira/Melhor do Vôlei

Dani Lins foi a unica jogadora a subir para 7 pontos

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) realizou, nesta semana, em São Paulo (SP), reunião com representantes dos clubes participantes da Superliga masculina e feminina de vôlei 13/14 para debater alterações para a próxima temporada. A entidade colocou as mudanças em votação e, após a participação dos técnicos e supervisores presentes, foram definidas novidades para a edição 14/15 da Superliga.

Na reunião, a CBV colocou três opções em votação. A primeira delas foi acabar com o ranking e, consequentemente, não haver limitação para contratação de atletas com pontuação máxima (7 pontos) e nem para contratação de estrangeiras, mas a mesma foi rejeitada pelos clubes.

A CBV propôs, ainda, continuar a adoção do ranking, porém com limitações apenas na quantidade de atletas de 7 pontos e estrangeiras. Neste caso, não haveria a necessidade da pontuação total por equipe, já que os demais jogadores não precisariam ser pontuados.

A terceira proposta, aprovada pelos clubes, foi manter o modelo de ranking atual, em vigor na Superliga 13/14. A novidade é que, no feminino, os clubes só poderão contar com duas atletas de 7 pontos e não mais três, como acontece na edição atual. Outra mudança acontece na pontuação total por equipe, que passou de 32 para 43 no feminino; e de 32 para 40 por time no masculino.

Segundo o Diretor de Competições Quadra da CBV, Renato D´Avila, o ranqueamento foi mantido a pedido dos próprios times participantes.

“Apresentamos aos clubes a proposta de acabar com o ranking, já que esse foi um desejo manifestado por atletas e por alguns clubes à CBV. No entanto, os clubes preferiram manter o sistema de ranking atual. Estamos vivendo um novo momento na Superliga. Os clubes definem as regras em conjunto e cabe à CBV cumprir a decisão dos clubes”, disse D´Avila.

De acordo com o dirigente, o intuito sempre foi manter um equilíbrio na competição. “Quando o ranking foi criado, na temporada 1992/1993, o objetivo foi garantir um equilíbrio entre as equipes. Hoje, acreditamos que a situação é diferente e, por isso, oferecemos aos clubes a possibilidade de acabar com o ranking. Acredito que o equilíbrio se dá muito mais em função dos orçamentos dos clubes do que pela pontuação do ranking”, comentou D´Avila.

Em relação aos estrangeiros, está mantida a atual regra, com dois atletas do exterior em cada clube – tanto no masculino, como no feminino.

Segue abaixo o desdobramento da votação:

 

Votação Feminino

MOLICO/NESTLÉ – ter o ranking com limitações de 7 pontos e estrangeiras

SÃO CRISTÓVÃO SAÚDE/SÃO CAETANO – ter o ranking com limitações de 7 pontos e estrangeiras

UNILEVER – manter o ranking

BANANA BOAT/PRAIA CLUBE – manter o ranking

DECISÃO ENGENHARIA/MINAS– manter o ranking

VÔLEI AMIL – ter o ranking com limitações de 7 pontos e estrangeiras

PINHEIROS – manter o ranking

BRASILIA VÔLEI – manter o ranking

SESI-SP – manter o ranking

RESULTADO – 6 X 3 – manter o ranking atual

 

Votação Masculino

SÃO BERNARDO VÔLEI – ter o ranking com alterações no atual

KAPPESBERG CANOAS – ter o ranking com alterações no atual

SESI-SP – ter o ranking com alterações no atual

BRASIL KIRIN – manter o ranking atual

SADA CRUZEIRO – manter o ranking atual

VIVO/MINAS – manter o ranking atual

MODA/MARINGÁ – manter o ranking atual

RJ VÔLEI – manter o ranking atual

RESULTADOS – 5 X 3 – manter o ranking atual

 

Link para o Ranking MASCULINO:

http://www.cbv.com.br/v1/superliga/arquivos/RANKING_OFICIAL_MASC_2014-2015_20-03-14.pdf

 

Link para o Ranking FEMININO:

http://www.cbv.com.br/v1/superliga/arquivos/RANKING_OFICIAL_FEM_2014-2015_20-03-14.pdf




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