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Thursday 24 September 2020
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CBV estuda mudanças importantes para a próxima edição da Superliga

CEO da CBV, Ricardo Trade, o “Baka“, encara a crise e tenta ampliar os recursos para sustentar o vôlei brasileiro e inovar o esporte.

Uma das mudanças é voltar com o jogo das estrelas, competição que muitos fãs sonham em ver novamente.

 

“Vamos voltar a fazer o Jogo das Estrelas. Já fizemos no passado. Estamos acertando as datas, mas vamos voltar. De imediato, estamos estudando com a federação italiana e com a federação polonesa algumas interações, talvez o campeão de lá contra o campeão daqui. Vamos ouvir os clubes, nos reunir com eles. Nós queremos ouvir todos. A CBV vai continuar investindo na Superliga, que é o nosso produto premium – disse em entrevista ao globoesporte.com

 

Outro investimento que está nos planos de Baka, é o Challenger, a pedido de muitos treinadores.

“Isso demanda um investimento de R$ 1,5 milhão. Estamos tentando uma solução nacional, mas temos encontrado dificuldades. Isso é uma identificação do nosso plano de negócios. É uma necessidade. Se levarmos em consideração que ele decidiu mais de 40% dos lances nos quais foi usado na Olimpíada, é bacana saber que poderia ter mudado o resultado do jogo. E isso demanda investimento. Vamos mandar o Renato D’Ávila (diretor de competições) e mais uma pessoa de tecnologia para a Itália na tentativa de trazer. E buscar um recurso adicional que pague isso”.

 

E acrescenta: “O vôlei, e a FIVB está alinhada com a gente neste quesito, que é transformar o vôlei no esporte número 1 da família no mundo. Fazer as crianças irem aos jogos, serem bem tratados. Era o que a gente tratava na Copa do Mundo. Queríamos encantar as pessoas que iam aos jogos. Ele não pode apenas ir, mas se encantar. É um conceito um pouco americano das coisas, dos eventos. Você sai de casa, vai ser bem tratado, banheiro limpo, pessoas indicando o caminho. Fazer as pessoas voltarem. Isso traz resultado. Não é imediato, mas traz resultado. Uma das coisas que podem aumentar a receita é bilheteria. E isso tudo ajuda. A final da Liga Mundial vai ser na Arena da Baixada, para 35 mil pessoas. Quem sabe isso não pode ajudar a aliviar um pouco esse nosso furo no orçamento.” Comentou também em entrevista ao globoesporte.com




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Joaquim

Poderiam mudar a disputa da final. A semifinal entre Camponesa Minas e Unilever/Sesc demonstrou que uma disputa em melhor de cinco jogos é carregada de fortes emoções e não é justo com os patrocinadores esse jogo único apenas porque a Rede Globo quer.

observo em silêncio

Se o custo é de 1,5 milhões para implementar o video challenge, me diga quanto se ganha no patrocinio de N marcas (Banco do Brasil, Asics, etc) , além das transmissões de duas redes de TV ?

Outra coisa: custa 1,5 milhões para implementar UMA ÚNICA vez certo? Neste caso, a qualidade ( o dito “encantamento” do entretenimento) se paga em pouco tempo. É um ROI mais que certo. Duvido que custe mais de 1 milhão todo ano.

O público agradece.

Nikola

Exatamene, quanto entra em patriocínio $$$ do Banco do Brasil, Gol, Delta airlines, Gatorade, Cimed, Mikasa, Sky. E com transmissão da Rede Globo, Sportv e Rede TV ?

1,5 milhão é cosquinha né … E com certeza é uma única vez. Porque seria a aquisição de hardware/software , que é um commodity reutilizável, cuja aquisição em partes pode ser leasing, aluguel, etc.

CBV, Por favor não subestime a inteligência do público do volei, não somos um bando de idiotas.

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