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Tuesday 27 October 2020
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Cezar Douglas: nossa postura era o que importava

Crédito: Rafinha Oliveira/Funvic Taubaté

Crédito: Rafinha Oliveira/Funvic Taubaté

 

Com parciais de 25-9, 25-6, 25-10, a Funvic/Taubaté só permitiu 25 pontos ao San Martín, da Bolívia, nesta quarta, pela estreia do Sul-Americano de Taubaté, e esse era o esperado. A distância técnica entre uma equipe que disputa a ponta da Superliga masculina Brasileira e um time boliviano não permitia a ninguém pensar que o San Martín pudesse oferecer mais resistência do que ofereceu.

 

“Estamos falando de Sul-Americano há algumas semanas, principalmente por ser na nossa casa. Sabíamos que o nível do jogo seria baixo de exigência, mas o que nos importava era a nossa postura, nossa coletividade e saímos de quadra com o sentimento positivo por tudo isso”, disso o técnico Cezar Douglas, em entrevista ao site da CBV.

 

O Taubaté, assim como o Sada Cruzeiro, também utilizou jogadores vindos do banco. Se começou a partida com Raphael, Sanchez, Lucarelli, Japa, Deivid, Otávio e Felipe, pôs em ação Pedro, Leozão, Iálisson, Lucas Rangel, Ricardo e Diego.

 

“Pela chance de poder usar todo o grupo, esse jogo se tornou importante. Todos puderam aproveitar para melhorar o desempenho em gesto técnico, alcance de ataque, consistência no saque e isso foi bom para o nosso time”, resumiu o treinador.

 

Na quinta-feira, a Funvic/Taubaté encara o Sada Cruzeiro, às 20h.




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