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Monday 1 June 2020
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Clarisse se despede da CEV Challenge Cup como maior pontuadora da competição‏

Crédito: Divulgação

Crédito: Divulgação

 

O Stod Volley, da Noruega, fez história ao chegar às quartas de final da CEV Challenge Cup, um dos torneios mais tradicionais e disputados da Europa. Uma das responsáveis por este triunfo foi a brasileira Clarisse Peixoto, sempre figurando entre os destaques de sua equipe.

 

No entanto, na tarde desta terça-feira (10/03), o Stod foi derrotado pelo Khimik Yuzhny, da Ucrânia, pela segunda vez (já havia perdido na semana anterior, dentro de casa) e foi eliminado da competição na fase quartas de final.

 

Apesar do resultado negativo e da despedida da equipe norueguesa da CEV, Clarisse encerrou sua participação como a maior pontuadora do torneio até o presente momento, com 103 pontos e uma média de 3,96 pontos por set.

 

Ao final da partida, a jogadora analisou sua participação individual no decorrer do campeonato. “Foi uma excelente oportunidade para minha carreira. Eu nunca tinha participado de uma competição europeia e saio satisfeita com minha participação individual e com meu grupo também. Claro que gostaria de ir mais além na CEV, mas fico orgulhosa de atingir nosso objetivo que era chegar às quartas de final. Foi um ótimo campeonato e saio fortalecida e mais experiente. Foi um bom teste pessoal! Gosto de desafio e para mim esse ano foi um dos mais desafiadores da minha carreira. Deixo essa competição de cabeça erguida e muito feliz com minha atuação”.

 

A temporada ainda não acabou para o Stod Volley e Clarisse destacou o objetivo do time daqui em diante. “Nosso foco continua no campeonato norueguês. Falta um mês para a final da competição e estamos focadas para este momento. Não perdemos nenhuma partida no campeonato nacional e queremos muito conquistar o título, até porque ele nos dá acesso à CEV do próximo ano”.

 

Para finalizar, a atleta cearense, muito querida pelos amantes do voleibol verde e amarelo, ainda revelou a vontade de voltar a atuar no Brasil. “Eu amo meu país! Joguei a Superliga alguns anos e é um campeonato que conheço. É uma competição forte, com jogadoras de muita qualidade e ótimos treinadores. Tive boas experiências e gostaria de vivenciá-las novamente, só que agora mais experiente. Acredito que seria interessante um retorno ao Brasil, apesar de gostar da Europa. Se eu tiver uma oportunidade, eu voltaria e seria mais um desafio depois de três anos jogando na Europa”, concluiu.

 

 

Daniel Rodrigues 




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